<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900</id><updated>2011-07-29T05:07:55.545+01:00</updated><title type='text'>Fisio Semanal</title><subtitle type='html'>Textos de opinião publicados todas as semanas que procuram dar a conhecer, de forma simples e acessivel, um pouco mais sobre saúde e Fisioterapia.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-8312231242978151636</id><published>2010-06-22T15:15:00.000+01:00</published><updated>2010-06-22T15:16:27.905+01:00</updated><title type='text'>A lesão no desportista de alta competição (4ª parte)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas últimas semanas falou-se bastante do caso do Nani. Tinha sido convocado para o Mundial 2010, mas uma lesão na clavícula levou a que fosse afastado da competição. À chegada a Portugal terá dito “numa semana já estou bom”, tendo vindo depois a explicar-se melhor dizendo “penso que estarei bom numa semana mas para fazer a minha vida normal do dia-a-dia, não para competir”.&lt;br /&gt;A vontade de competir faz com que os atletas estejam sempre muito ansiosos com a sua recuperação e ao mínimo sinal de melhoria têm logo tendência para acharem que já estão bons. Mas quando as lesões ocorrem há que proceder correctamente para que o desportista recupere a sua forma física o melhor e mais rapidamente possível, com o mínimo de complicações secundárias à lesão e sequelas, sem recaídas ou constantes repetições da mesma lesão e de modo a que o atleta fique com o máximo de capacidades para praticar a actividade física que fazia antes da lesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam-se algumas especificidades na recuperação das lesões nos desportistas de alta competição:&lt;br /&gt;• são muito publicitadas – o tempo que a recuperação de um atleta de alta competição demora é muito falado nos jornais desportivos e televisão, levando muitas vezes pessoas que não são atletas a questionarem-se “Porque é que a recuperação do atleta demorou três meses e a minha quatro se a lesão era a mesma?”. No entanto, há que lembrar que o nome da lesão pode ser o mesmo (tendinite, rotura de ligamentos,…) mas a lesão não ocorrer exactamente nas mesmas condições, por exemplo, a gravidade da lesão não ser a mesma e a condição física não ser igual (normalmente o atleta tem uma melhor aptidão física o que facilita a recuperação), e o tipo e a intensidade dos tratamentos de Fisioterapia não ser igual (melhores condições a nível de aparelhos, mais tempo para realizar o tratamento e ter acompanhamento fisioterapêutico diariamente traduzem-se em termos de resultados). A recuperação dos atletas é também utilizada como uma forma de publicidade, é o caso de aparelhos de Fisioterapia (lembro-me de utilizarem o nome de Mantorras para publicitar um aparelho de movimentação continua passiva para tratamento no pós-cirúrgico ao joelho);&lt;br /&gt;• o doping – numa situação de lesão é fácil cair na tentação de utilizar substâncias que , por exemplo, potenciem a força muscular ou que escondam a dor. A utilização destas substâncias proibidas (esteróides anabolizantes, anfetaminas, morfina, haxixe, etc) a nível do desporto é punida, afastando o atleta da competição por alguns anos ou para sempre. Para além da questão de ser eticamente reprovável, pois colocam os desportistas em situação de desigualdade, estas substâncias são nocivas para a saúde da pessoa a médio e longo prazo, comportando vários malefícios para o organismo humano (esterilidade, tumor no fígado, aumento da agressividade,…);&lt;br /&gt;• as pressões – quando um atleta está lesionado fica sujeito a pressões por parte dos adeptos e dos dirigentes para regressar o mais depressa possível à competição, especialmente se for um atleta muito bom no desporto que pratica. Para além desta pressão existe ainda a vontade do desportista em regressar aos treinos e à competição, o que leva o atleta a pressionar os profissionais de saúde e o treinador para voltar, enganando-os muitas vezes ocultando a dor ou outras dificuldades que sentem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fisioterapia tem um papel muito importante na boa recuperação dos desportistas de alta competição que sofrem uma lesão. O acompanhamento do atleta por parte do fisioterapeuta é essencial para que o profissional de saúde possa intervir logo no momento da lesão, promover uma boa recuperação e reabilitação, evitar complicações da lesão e que esta se torne recorrente.&lt;br /&gt;Para tal o fisioterapeuta irá utilizar várias técnicas e métodos específicos da sua área, como a massagem, a mobilização, os alongamentos, a crioterapia, a hidroterapia, a electroterapia, o treino proprioceptivo, vários tipos de exercícios, entre outros, e recorrer ao uso de ortóteses (joelheira, punho elástico, cotoveleira,…) e outro tipo de materiais (bandas neuromusculares, ligaduras funcionais) para facilitar o retorno à actividade física e prevenir que ocorra de novo a mesma lesão.&lt;br /&gt;O retorno à prática desportiva deve ser sempre feito com cautela e sobre supervisão e um bom trabalho de uma equipa mustidisciplinar constituída pelo treinador, pelo médico e pelo fisioterapeuta.&lt;br /&gt;“Devagar se vai ao longe”, por isso é sempre preferível uma recuperação eficaz que afaste o desportista da alta competição durante dois meses do que uma recuperação que o traga de volta à prática desportiva passado um mês e que o obrigue a ter de parar por mais um mês daí a uns tempos porque voltou a sofrer de novo a mesma lesão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-8312231242978151636?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/8312231242978151636/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao_3614.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8312231242978151636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8312231242978151636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao_3614.html' title='A lesão no desportista de alta competição (4ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-8348067860664329944</id><published>2010-06-22T15:14:00.000+01:00</published><updated>2010-06-22T15:15:12.577+01:00</updated><title type='text'>A lesão no desportista de alta competição (3ª parte)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tinha um professor que dizia que “a actividade física traz saúde, mas para praticar desporto é preciso ter saúde”.&lt;br /&gt;Por outras palavras, praticar uma actividade física é bom para a saúde, mas para que uma pessoa consiga praticar um desporto de alta competição tem de estar em boa forma física. Para isso, o atleta não pode sofrer lesões, ou se as sofrer terá de ter uma recuperação que o deixe quase a cem por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornar a actividade desportiva o mais segura possível está na mão dos vários intervenientes, por exemplo, do próprio desportista, do treinador, dos dirigentes desportivos, dos profissionais de saúde (médico, fisioterapeuta) e dos responsáveis pela manutenção dos equipamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lesões têm de ser prevenidas, ou seja, tudo deve ser feito para, dentro do possível, evitar que estas aconteçam, que tenham consequências mais graves do que o normal e que ocorram de forma crónica (ex: entorses consecutivas no mesmo local). Para tal há que ter em conta:&lt;br /&gt;• o estado de saúde do atleta – devendo ser periodicamente submetido a uma avaliação detalhada (para detectar anomalias em que a prática de desporto seja contra-indicada, medir e pesar, avaliar força, detectar lesões numa fase precoce, etc), ter uma alimentação adequada, aprender a lidar com elevados níveis de ansiedade,…;&lt;br /&gt;• o treino e a competição – a adequação à idade do atleta, à sua condição física, às características do desporto e às condições atmosféricas (no frio ter ainda mais atenção ao aquecimento realizado, evitar as horas de maior calor, chuva e neve propiciam a quedas), a realização de um bom aquecimento e bom arrefecimento, o respeito pelos períodos de descanso, a intensidade do treino e das competições, o evitar da sobrecarga de treino e competição que levem a fadiga, etc;&lt;br /&gt;• o gesto técnico – o movimento que o atleta executa mais frequentemente no desporto que pratica (ex: o remate no futebol, o serviço no voleibol, o encestar no basquetebol) deve ser executado de uma forma eficiente, ou seja, obtendo o melhor resultado possível com o mínimo de esforço, e de modo a prevenir lesões, por isso, há que estudar as características do desportista, treinar a sua coordenação, ensinar-lhe como se deve mover e qual a melhor postura para o corpo, ter em atenção o número de vezes que repete esse gesto…;&lt;br /&gt;• o equipamento utilizado – se é adequado ao atleta e à situação em que ele tem de o usar, por exemplo, ao tipo de desporto que vai fazer (ex: sapatilhas com pitons para o futebolista se deslocar na relva e sapatilhas com câmara de ar para o basquetebolista), ao clima, ao piso onde se desloca (sintético, alcatrão, terra batida, água), e ainda o estado de conservação do equipamento (solas gastas) e do piso (molhado, com buracos, mal nivelado, má qualidade da água);&lt;br /&gt;• o papel do treinador e dirigentes – estarem informados sobre prevenção de lesões e actuação no momento em que estas ocorrem (não desvalorizarem as lesões, direccionar o atleta para profissionais de saúde), disponibilizarem material e fundos monetários (para comprar sapatilhas novas, ter material de boa qualidade e adequado, tratar correctamente dos campos, fornecer ao atleta acompanhamento de profissionais de saúde), não pressionarem os atletas para obterem resultados para além das suas capacidades (se tiveram uma lesão recente, se começaram a treinar há pouco tempo), etc;&lt;br /&gt;•  o acompanhamento do desportista por profissionais de saúde – para avaliarem a condição física do atleta, informarem-no sobre a melhor forma de praticar o desporto (gesto técnico, movimento corporal), aconselharem sobre a utilização de materiais que ajudem na prevenção de lesões ou na recorrência das mesmas (joelheiras, punhos elásticos, bandas neuromusculares, ligaduras funcionais), intervirem na recuperação pós-esforço, ajudarem os treinadores e dirigentes na planificação do esquema de treino e na escolha do material que é utilizado, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-8348067860664329944?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/8348067860664329944/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao_6115.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8348067860664329944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8348067860664329944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao_6115.html' title='A lesão no desportista de alta competição (3ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-6489390534915728350</id><published>2010-06-22T15:10:00.001+01:00</published><updated>2010-06-22T15:13:09.740+01:00</updated><title type='text'>A lesão no desportista de alta competição (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As lesões desportivas mais comuns são as entorses, as luxações, as fracturas, as roturas musculares e as hemorragias nasais. No entanto, há lesões que são mais habituais em determinadas modalidades desportivas do que noutras, relacionadas com as características específicas de cada desporto (ex: usa mais as mãos, corrida de velocidade, material do piso onde se anda, grande impacto do corpo no chão, desporto de contacto físico, …). Também o local que sofre a lesão varia de acordo com a actividade física que é praticada, afectando normalmente a parte do corpo que é mais utilizado para o gesto desportivo (mão, pé, ombro…), mas também as zonas que sofrem o impacto dos saltos, corrida e quedas (joelhos).&lt;br /&gt;Por exemplo, nos seguintes desportos as lesões mais frequentes são:&lt;br /&gt;• no andebol, várias tipos de lesões nos dedos da mão, no tornozelo (tíbio-társica) e no joelho;&lt;br /&gt;• no basquetebol, as entorses no tornozelo e nos dedos da mão;&lt;br /&gt;• no futebol, lesões (entorses, roturas) nos joelhos, na coxa e no tornozelo;&lt;br /&gt;• na ginástica, problemas na coluna vertebral, lesões musculares e fracturas em diversas regiões do corpo;&lt;br /&gt;• no hóquei em patins, feridas e contusões;&lt;br /&gt;• no judo, lesões na cabeça, nas mãos e nos joelhos;&lt;br /&gt;• no ténis, tendinites no cotovelo e ombro (do membro dominante);&lt;br /&gt;• na natação, tendinites e bursites nos ombros e joelhos e problemas dermatológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No desporto a lesão está constantemente presente, pois mesmo quando esta não acontece o atleta tem sempre na sua mente que pode acontecer, como uma ameaça que tem muitas consequências. Algumas dessas consequências são:&lt;br /&gt;• ficar com limitações físicas, já para não falar da dor;&lt;br /&gt;• não poder participar em competições, depois de terem gasto muito tempo e trabalho a treinar para as mesmas;&lt;br /&gt;• ficar muito tempo sem praticar desporto, com o consequente afastamento da rotina de treinos e dos colegas de equipa;&lt;br /&gt;• ter de desistir da carreira desportiva;&lt;br /&gt;• depressão, etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-6489390534915728350?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/6489390534915728350/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6489390534915728350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6489390534915728350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao_22.html' title='A lesão no desportista de alta competição (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-6177427743448878616</id><published>2010-06-07T10:56:00.000+01:00</published><updated>2010-06-07T10:57:05.808+01:00</updated><title type='text'>A lesão no desportista de alta competição (1ª parte)</title><content type='html'>O Mundial de Futebol 2010. &lt;br /&gt;Nos telejornais e nas conversas de rua este é o tema recorrente, a par da crise económica. Nos últimos dias falou-se bastante do Tiago, e da possibilidade deste estar gravemente lesionado (o que não se confirmou), do Ricardo Carvalho, e se está a cem por cento, e do Pepe, e se conseguirá ou não reabilitar-se da sua lesão a tempo de jogar ainda no Mundial.&lt;br /&gt;Foi por este motivo que me lembrei de vos falar dos atletas de alta competição e das lesões que eles sofrem ou podem sofrer durante a sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atletas de alta competição são aquelas pessoas que se dedicam a uma actividade desportiva em competições nacionais e internacionais e que demonstraram, através das classificações e resultados obtidos, que têm mérito. O estatuto de alta competição obedece a normas específicas, estabelecidas pelo Instituto do Desporto de Portugal.&lt;br /&gt;Contudo ao falar do tema de hoje quero referir-me às lesões que acontecem não só aos atletas com estatuto de alta competição, mas a todos aqueles que se dedicam à prática de algum desporto e que estão sujeitos a um grau de exigência e rigor mais elevados do que a simples prática de desporto por lazer ou só ao fim-de-semana, fazendo desse desporto profissão ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática desportiva traz associada o risco de lesão. Quanto mais exigente for a prática desse desporto, maiores serão as probabilidades de ocorrer uma lesão e piores serão as consequências da mesma.&lt;br /&gt;No entanto, mesmo ao nível da prática desportiva amadora, as lesões acontecem. Por isso, apesar dos comprovados benefícios para a saúde física e mental, há que ter determinados cuidados para prevenir as lesões e saber como proceder quando estas acontecem. Não se esqueça que deve praticar desporto, mas de forma segura e sem prejudicar a sua saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lesão no desporto define-se como “o problema médico resultante da participação num evento atlético com restrição consequente da participação de pelo menos 1 dia após a sua ocorrência”.&lt;br /&gt;Por outras palavras, uma lesão acontece quando há uma alteração de alguma estrutura do corpo durante a prática do desporto, o atleta necessita de tratamento e terá de deixar de realizar a actividade física que habitualmente pratica por um menor ou maior período de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando aos exemplos da selecção nacional de futebol, no jogo particular de Portugal frente a Cabo Verde o jogador Tiago estava em campo há cerca de dez minutos quando teve de sair porque começou a sentir dor na coxa esquerda. Logo se suspeitou de uma lesão mais grave que o afastaria dos jogos do mundial, mas ao realizar uma ressonância magnética verificou-se que a condição física do jogador não era preocupante.&lt;br /&gt;Já no caso do Ricardo Carvalho, no dia 24 de Março ao minuto 37 do jogo Portsmouth-Chelsea, ao disputar um lance com o adversário sofreu uma lesão nos ligamentos do tornozelo direito. Esteve afastado da competição cerca de um mês.&lt;br /&gt;Por fim, a 12 de Dezembro do ano passado, Pepe disputava um jogo pelo Real Madrid quando teve de abandonar o relvado com muitas dores no joelho direito após uma queda na sequência de uma jogada. A lesão nos ligamentos do joelho direito conduziu o jogador a uma cirurgia e a um processo de recuperação que se prolonga há quase seis meses.&lt;br /&gt;Três exemplos de diversos tipos de lesões, em vários locais do corpo e com diferentes períodos de recuperação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-6177427743448878616?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/6177427743448878616/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6177427743448878616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6177427743448878616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/lesao-no-desportista-de-alta-competicao.html' title='A lesão no desportista de alta competição (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-1575300287274196380</id><published>2010-06-07T10:55:00.000+01:00</published><updated>2010-06-07T10:56:04.613+01:00</updated><title type='text'>Peças sobresselentes (4ª parte)</title><content type='html'>Já no caso das próteses externas, como a prótese de mão ou de membro inferior (para as quais se referem a maioria dos exemplos que vou dar a seguir), as medidas que devem ser tomadas para que haja uma boa adaptação ao uso de prótese e para prevenir complicações são:&lt;br /&gt;1. Após a amputação (no caso em que esta tenha ocorrido)&lt;br /&gt;• falar com os enfermeiros ou com o seu médico se sentir muita dor ou outro sintoma anormal e esclarecer as suas dúvidas com eles;&lt;br /&gt;• 24 horas após a amputação começar a movimentar o membro ao qual amputaram uma parte para activar a circulação e enquanto estiver deitado ficar na posição que lhe for indicada pelos profissionais de saúde, pois essa será a indicada para o seu caso clínico (por exemplo, ficar deitado num colchão firme, não usar almofadas sob o membro amputado);&lt;br /&gt;• realizar Fisioterapia – o fisioterapeuta intervirá para que o membro a que foi amputada uma parte e o contralateral (o membro do outro lado) fiquem em boas condições físicas, o coto (extremidade do membro amputado) esteja preparado para receber uma prótese e a pessoa seja capaz de realizar várias actividades do dia-a-dia de forma autónoma, mesmo sem prótese. Para tal irá orientar a pessoa que foi amputada sobre o que deve ou não pode fazer (posicionamento, actividades, auto-massagem e dessensibilização do coto, …) e realizar trabalho de fortalecimento, de alongamento, de manutenção/ ganho de amplitudes articulares, de propriocepção, de equilíbrio, de coordenação, de correcção postural, de redução do edema e da dor fantasma (dor na parte do corpo que foi amputada, apesar desta já não estar lá), de enfaixamento do coto, etc;&lt;br /&gt;2. Antes de colocar a prótese&lt;br /&gt;• estar em condições físicas para poder adaptar-se a uma prótese, sobretudo o coto, o qual não poderá estar inchado (edema) e deverá ter uma boa forma e apresentar uma boa cicatrização;&lt;br /&gt;• ter em atenção ao escolher a prótese que esta deve ser adequada para a pessoa que a vai utilizar e para as funções que esta tem de desempenhar. Por exemplo, se o indivíduo necessita da prótese de mão para executar algum trabalho manual especifico há vários tipos de punhos, se pratica algum tipo de corrida a prótese deverá ser adequada às exigências dessa actividade, se o uso da prótese é apenas por questões estéticas esta deverá poderá ser mais ou menos semelhante ao seu tipo de pele, etc. O peso da prótese também é importante, pois se a utilizar durante muitas horas diárias ou utilizar muito o membro onde está aplicada a prótese deverá optar por modelos mais leves. O custo adicional de uma prótese mais sofisticada poderá trazer muitos benefícios a nível funcional, por isso na hora de escolher deverá pesar bem os prós e os contras da “peça” que vai comprar;&lt;br /&gt;3. Após colocar a prótese&lt;br /&gt;• ficar satisfeito com a sua utilização, pois é muito importante que a prótese seja fácil de colocar e remover, confortável durante a utilização, resistente, funcional e estética;&lt;br /&gt;• realizar Fisioterapia – com o principal objectivo de dar o máximo de independência à pessoa a quem foi colocada uma prótese para que esta possa voltar a ter uma vida activa e participativa na sociedade. Para isso, nesta fase, irá proceder-se ao treino do uso da prótese (colocar e retirar, encaixe do coto na prótese, etc), ao apoio com a prótese sobre uma superfície (com transferência de peso parcial e total), ao treino de equilíbrio, à realização de vários exercícios, ao treino de actividades da vida diária (passar da posição sentada para a de pé, comer, andar, subir e descer escadas…) usando a prótese e utilizando um auxiliar de marcha se necessário, etc;&lt;br /&gt;• procurar o ortoprotésico ou dirigir-se à casa ortopédica onde foi confeccionada a sua prótese se houver necessidade de fazer modificações à “peça”, como por exemplo, ajustar o encaixe;&lt;br /&gt;4. Ao longo do tempo&lt;br /&gt;• realizar Fisioterapia – o tempo que for necessário à adaptação;&lt;br /&gt;• ter determinados cuidados – ter um peso saudável para não sobrecarregar a prótese, não usar saltos altos, não transportar pesos, evitar situações que possam conduzir a quedas, fazer a manutenção da prótese e substitui-la por uma nova quando for necessário, etc;&lt;br /&gt;• praticar exercício físico – temos o exemplo dos Jogos Paraolímpicos, competição de alto nível em que vemos o caso de muitas pessoas amputadas a vários níveis que praticam desportos como a natação, várias modalidades de corrida, salto em comprimento, ciclismo ou ainda outros desportos como o windsurf ou o triatlo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabilitação, quer tenham sido colocadas próteses internas ou externas, é um processo contínuo, para que o utilizador dessa “peça sobresselente” possa ter uma vida o mais próximo possível da que iria ter se a “peça fosse a de origem”, fazendo as suas actividades habituais de forma independente e eficaz. &lt;br /&gt;É também um processo global, porque não é apenas o membro onde foi colocada a prótese que é atingido, antes todo o corpo pode ser afectado, com alterações da postura, sobrecarga de peso e esforço do membro contralateral, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenha receio das “peças sobresselentes”. Informe-se!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-1575300287274196380?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/1575300287274196380/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-4-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/1575300287274196380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/1575300287274196380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-4-parte.html' title='Peças sobresselentes (4ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-3909016527004201588</id><published>2010-06-07T10:54:00.000+01:00</published><updated>2010-06-07T10:55:13.322+01:00</updated><title type='text'>Peças sobresselentes (3ª parte)</title><content type='html'>Para que tudo corra da melhor maneira, quando é necessário colocar “peças sobresselentes” é preciso tomar determinadas medidas antes e após a colocação das mesmas. O acompanhamento médico, fisioterapêutico e ortoprotésico é essencial, variando a intervenção de cada profissional se for colocada uma prótese interna ou uma prótese externa.&lt;br /&gt;No caso das “peças” colocadas no interior do organismo, ou seja, as próteses internas como a prótese do joelho ou a prótese da anca (para as quais se referem a maioria dos exemplos que vou dar a seguir), de um modo geral, deve proceder da seguinte forma:&lt;br /&gt;1. Antes da cirurgia&lt;br /&gt;• seguir as recomendações médicas – como parar de tomar determinados medicamentos, levar para o hospital um auxiliar de marcha (um andarilho, umas canadianas), etc;&lt;br /&gt;• preparar-se para o pós-cirúrgico – “arrumar” a sua casa de forma a não ter obstáculos (tapetes, fios eléctricos, excesso de móveis) no caminho e se necessário colocar corrimões e barras de apoio (nas escadas, junto à sanita, à banheira, à cama), pôr a jeito uma cadeira alta para se sentar e colocar à mão as coisas que vai precisar quando voltar para casa (um livro para se entreter, lenços de papel, uma garrafa de água), informar-se sobre os contactos de serviços de saúde de assistência ao domicilio (enfermeiros, fisioterapeutas) para o caso de ser necessário, arranjar alguém (uma vizinha, um familiar, uma empregada doméstica) com disponibilidade para a/o ajudar em casa e com as actividades da vida diária (tomar banho, lavar o chão, fazer a comida,…), etc;&lt;br /&gt;• realizar Fisioterapia – para que o fisioterapeuta possa ensinar-lhe exercícios que deverá fazer logo após a colocação da prótese, informá-lo sobre os movimentos e as posturas que devem ser evitados após a cirurgia e, se for necessário, intervir sobretudo para melhorar a força dos músculos que têm acção sobre a articulação que vai ser intervencionada;&lt;br /&gt;2. Após a cirurgia e ainda no período de internamento&lt;br /&gt;• tomar a medicação que lhe for indicada, falar com os enfermeiros ou com o seu médico se sentir muita dor ou outro sintoma anormal e esclarecer as suas dúvidas com os profissionais de saúde;&lt;br /&gt;• proceder ao levante (passar da posição de deitado para de pé) nas 24 horas após a cirurgia e enquanto estiver deitado permanecer na posição que lhe for recomendada (por exemplo, não se deve deitar para o lado onde foi colocada a prótese na anca nem rodar o pé desse lado para dentro), sem batotas;&lt;br /&gt;• realizar Fisioterapia – para que comece o mais cedo possível o seu plano de tratamento e desta forma evitar retracções, enfraquecimento muscular e limitações das amplitudes de movimento, com consequentes limitações funcionais. Nesta fase o fisioterapeuta irá fazer mobilização, massagem, ajudá-lo a realizar alguns exercícios, informá-lo sobre os cuidados a ter quando for para casa, esclarecer as suas dúvidas e ensinar-lhe qual é a melhor forma para estar sentado, deitado (os cuidados com o posicionamento da zona que foi operada) e para se mexer (levantar-se da cama, andar com auxiliar de marcha, usar a sanita, tomar banho com ajuda, etc);&lt;br /&gt;3. Após a alta&lt;br /&gt;• contactar o seu médico ou dirigir-se às urgências se achar que se passa algo de errado consigo, por exemplo, se ficar com febre, se sentir muita dor, se ouvir um estalo, se ficar muito inchada a zona em que foi operado ou se a cicatriz da cirurgia estiver muito vermelha, quente, com pus ou sangue;&lt;br /&gt;• ter os cuidados necessários para evitar quedas – usar calçado anti-derrapante, não andar sobre pisos escorregadios ou molhados, ter cuidado com a saída e entrada da banheira/polibã, evitar passar por cima de tapetes que possam deslizar, que sejam muito grossos ou estejam engelhados (o ideal é não ter tapetes em casa), etc;&lt;br /&gt;• realizar Fisioterapia – no seu domicilio, numa clínica ou no hospital, seja onde for, é necessário que continue a ser seguido pelo fisioterapeuta para que o seu corpo se habitue à nova “peça” e para que esta possa fazer com que o mesmo funcione da melhor forma possível. Para além do que já era feito, o tratamento vai-se tornando cada vez mais intensivo, aumentando o número de repetições dos exercícios e a sua exigência, incrementando as amplitudes de movimento e a resistência para a realização de força, realizando treino de actividades da vida diária (subir e descer escadas, entrar e sair do carro, tomar banho sozinho, treino de marcha com ou sem auxiliar – ex: canadianas), etc;&lt;br /&gt;4. Ao longo do tempo&lt;br /&gt;• realizar Fisioterapia – o tempo que for necessário, pois cada caso é um caso e há situações em que a recuperação é mais rápida e outros em que é mais lenta;&lt;br /&gt;• evitar determinadas situações – exagerar no número de vezes que faz uma tarefa (como subir escadas) ou no peso dos objectos que levanta ou empurra e ficar em determinadas posições ou fazer movimentos prejudiciais (ajoelhar-se, sentar-se em sofás baixos,…);&lt;br /&gt;• ter um estilo de vida saudável – como qualquer outra pessoa deverá ter um peso adequado, manter-se activo, fazer desporto (nunca desportos de alto impacto, mas sim actividades mais calmas como caminhar, danças de salão, hidroginástica) consultando sempre o seu médico antes de iniciar a modalidade que pretende;&lt;br /&gt;• referir que tem uma prótese – quando for a outras consultas médicas, se tiver outro problema de saúde, se for fazer outros tratamentos de Fisioterapia, etc;&lt;br /&gt;• não se esquecer que a prótese também se estraga – o tempo que a sua prótese durará dependerá de vários factores, como a exigência das actividades que faz e o seu peso corporal, pois a sua articulação “sobresselente” também se desgasta, tal como a que “já vinha de origem”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-3909016527004201588?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/3909016527004201588/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-3-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3909016527004201588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3909016527004201588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-3-parte.html' title='Peças sobresselentes (3ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-7744516754933439557</id><published>2010-06-07T10:53:00.002+01:00</published><updated>2010-06-07T10:54:29.181+01:00</updated><title type='text'>Peças sobresselentes (2ª parte)</title><content type='html'>Continuando a falar das “peças”, ou seja das próteses, estas podem ser colocadas no interior do nosso organismo ou exteriormente.&lt;br /&gt;Por exemplo, a prótese no joelho é colocada no interior do corpo humano, ficando coberta por várias estruturas, nomeadamente a pele.&lt;br /&gt;No caso de uma prótese de mão toda a “peça” fica visível, uma vez que substitui a mão que foi amputada ou que não existia, sendo a prótese aplicada sobre uma parte do corpo da pessoa (neste exemplo, o antebraço) para que fique unida a esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou agora tentar explicar, de uma forma muito simples e sintética, como se processa a colocação de uma prótese.&lt;br /&gt;Nos casos em que a prótese é interna, nomeadamente nas situações em que ocorreu uma fractura ou existia artrose já em estado avançado, o processo é semelhante. As zonas danificadas são retiradas, a prótese (total ou parcial) é fixa nos ossos, são ajustadas todas as estruturas (ex: ligamentos, tendões) que passam à volta da articulação e depois de testar o bom funcionamento de todas elas o procedimento fica concluído.&lt;br /&gt;Nos casos em que a prótese é externa, a forma de actuar é diferente. Após a amputação, tem de se preparar o coto da pessoa para receber a prótese, tirar as medidas necessárias para construir a “peça”, escolher o modelo que se adaptar às necessidades daquele caso (estilo de vida mais ou menos activo, prótese mais estética ou funcional, etc.) e só então colocar a prótese. &lt;br /&gt;Em ambos os casos é necessário proceder a um trabalho específico antes e após a colocação da prótese, de modo a permitir ao adaptar-se à sua nova “peça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma prótese é sempre colocada com um propósito determinado, nomeadamente:&lt;br /&gt;• aliviar dores;&lt;br /&gt;• corrigir deformações articulares;&lt;br /&gt;• aumentar a mobilidade do indivíduo a nível das articulações;&lt;br /&gt;• ganhar independência e aumento de funcionalidade na realização de várias actividades da vida diária (andar, comer, ir à casa de banho, levantar-se da cama, escrever, pentear-se, correr, etc.);&lt;br /&gt;• melhorar a estética, por exemplo, para não se notar que falta uma perna ou uma mão;&lt;br /&gt;• etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação de uma prótese poderá ter complicações. &lt;br /&gt;Nas próteses internas, essas complicações são comuns a qualquer outro tipo de cirurgia, como as infecções, a libertação de coágulos de sangue e as pneumonias. &lt;br /&gt;Nas próteses externas poderá acontecer que o coto não se adapte à prótese, que o utilizador não se habitue ao funcionamento da nova “peça”, etc.&lt;br /&gt;A maioria destes problemas podem ser evitados com o correcto acompanhamento antes e após a colocação das próteses. Mas disso falarei na próxima semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas situações em que a colocação de uma prótese está em dúvida, até porque as pessoas muitas vezes sentem receio destas “peças”, têm sempre de ser devidamente ponderados os prós e os contras. Só se estiver bem informado é que poderá tomar uma decisão acertada. Aconselhe-se junto do seu médico, do seu fisioterapeuta e até com outras pessoas que já colocaram próteses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-7744516754933439557?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/7744516754933439557/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-2-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/7744516754933439557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/7744516754933439557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-2-parte.html' title='Peças sobresselentes (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-3837310036040646133</id><published>2010-06-07T10:53:00.001+01:00</published><updated>2010-06-07T10:53:49.458+01:00</updated><title type='text'>Peças sobresselentes (1ª parte)</title><content type='html'>Costumo brincar com os meus utentes e dizer-lhes que devíamos vir de origem já com “peças sobresselentes”. &lt;br /&gt;Assim, quando partíssemos alguma “peça”, ou se ela deixasse de funcionar correctamente, tínhamos outra para colocar no seu lugar.&lt;br /&gt;Antigamente, e não só nas histórias de piratas, já era utilizada a perna de pau para substituir a ausência da perna de carne e osso.&lt;br /&gt;Hoje em dia já existem “peças sobresselentes” mais sofisticadas e funcionais. Na actualidade a tecnologia e a medicina colocam ao dispor das pessoas materiais que quase substituem as nossas “peças de origem”. Próteses de aço, alumínio, titânio, plástico, etc.&lt;br /&gt;As próteses são peças/aparelhos que substituem uma parte do corpo humano e desempenham as funções que essa parte do organismo tinha, repondo a morfologia e a biomecânica.&lt;br /&gt;Um exemplo muito comum são as próteses dentárias. Como os dentes caíram ou tiveram de ser extraídos por alguma razão, no seu lugar é colocada a prótese dentária para que a pessoa consiga mastigar os alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários casos em que poderá ser necessário colocar uma prótese, nomeadamente:&lt;br /&gt;- por fractura (por exemplo do colo do fémur e do colo do úmero): em situações em que há um desvio significativo dos fragmentos ósseos, em que o prognóstico de consolidação da fractura é uma posição não desejável para o correcto funcionamento daquela zona, se a reconstrução dos ossos for impossível e em casos de osteoporose;&lt;br /&gt;- por artrose (sendo a mais comum a prótese do joelho): em casos já avançados em que as superfícies ósseas da articulação já estão muito danificadas, quando existe uma considerável perda de mobilidade e há uma grande deformação, desalinhamento e instabilidade da articulação. &lt;br /&gt;- por amputação, sendo retirada parte de um membro (perna, antebraço, mão) através de uma cirurgia para salvar a outra parte desse membro ou até mesmo a vida da pessoa. Embora seja um acto muito impactante, o doente deverá ter sempre em mente que se não fosse feito poderia morrer ou poderia ficar incapacitado para o resto da sua vida. A amputação poderá ser necessária por causa das consequências de um acidente (de viação, de trabalho, doméstico) com esmagamento ósseo ou perda de parte de um membro, de uma infecção, da presença de um tumor, de necrose por doença vascular ou por queimadura (a quente ou a frio), etc.&lt;br /&gt;- por deficiência congénita, casos em que os bebés nascem com a ausência de algum membro ou com uma malformação, por exemplo um dos membros superiores não se desenvolveu normalmente no útero da mãe e não cresceu como seria espectável. Isto poderá ocorrer por causas que afectaram a mãe durante a gravidez, por exemplo, ter estado exposta a radiação, ter tomado medicamentos contra-indicados nesta fase, ter tido alguma doença específica como a rubéola, ter sofrido algum traumatismo, etc. Ou por outros factores como uma quantidade de liquido amniótico insuficiente, por herança genética, por mutação dos genes, etc.&lt;br /&gt;- etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-3837310036040646133?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/3837310036040646133/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-1-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3837310036040646133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3837310036040646133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/pecas-sobresselentes-1-parte.html' title='Peças sobresselentes (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-8380653815221512162</id><published>2010-06-07T10:52:00.000+01:00</published><updated>2010-06-07T10:53:07.829+01:00</updated><title type='text'>Doença de Parkinson (3ª parte)</title><content type='html'>(Formas de combater a doença – continuação)&lt;br /&gt;• Fisioterapia – complementa o tratamento medicamentoso no combate à doença de Parkinson, que de todas as doenças neurológicas degenerativas é a que tem um maior impacto negativo na funcionalidade do indivíduo. Os principais objectivos do fisioterapeuta serão maximizar e manter as capacidades funcionais que o doente tem, procurar evitar que surjam complicações secundárias à doença e ainda proporcionar uma boa qualidade de vida ao doente. Para tal irá actuar sobretudo nos problemas da postura, do equilíbrio, da marcha, da perca de força muscular, da pouca resistência ao esforço, da dificuldade em realizar várias actividades da vida diária (AVD’s), etc, recorrendo a métodos e técnicas específicas da Fisioterapia. &lt;br /&gt;Claro que a intervenção dependerá do estado em que a doença se encontre. Por exemplo, numa fase inicial os tratamentos em grupo são bastante benéficos. Juntando numa mesma sala doentes com características semelhantes poderão realizar-se vários exercícios para melhorar/manter a coordenação, a sensibilidade, a mobilidade, o equilíbrio, a força muscular, a função respiratória, a resistência ao cansaço, etc. Em estados mais avançados o tratamento individual é indispensável, podendo ser necessário realizá-lo no domicílio da pessoa, recorrendo à reeducação proprioceptiva, à massagem, à mobilização, à cinesioterapia respiratória, aos alongamentos, a técnicas de fortalecimento, ao treino de marcha e de AVD’s, etc. &lt;br /&gt;Será também muito importante o ensino/a informação transmitido ao doente e à sua família/ cuidadores. Transmitir-lhes como podem lidar com a nova situação (condição física e psicológica do doente), pequenas mudanças que podem ser feitas na casa da pessoa para facilitar a vida a toda a gente, exercícios que o doente deve fazer, o que se deve evitar e fazer para prevenir complicações (quedas, infecções respiratórias), formas para “dar a volta” quando não consegue fazer alguma coisa, assim aumentando ao máximo possível a autonomia do doente e facilitando a tarefa dos cuidadores. &lt;br /&gt;Quanto mais intensiva for a reabilitação maior a probabilidade de ocorrerem melhorias, pois apesar das células cerebrais não se regenerarem, o cérebro tem a capacidade de se reorganizar. Explicando isto de uma forma simplificada, as zonas do cérebro em redor da zona lesionada começam a assumir, em parte, a função dessas células que morreram. Esta capacidade cerebral é alvo de vários estudos científicos com o intuito de futuramente desenvolver novas formas de intervenção terapêutica, mais específicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que se fala tanto do Papa Bento XVI, por causa da sua visita a Portugal, veja-se o exemplo do seu antecessor. O Papa João Paulo II sofria da doença de Parkinson há já muitos anos, e mesmo tendo esta patologia continuou a assumir o seu cargo e a deslocar-se a outros países. É muito importante não parar e continuar a viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal existe a Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson, criada a 14 de Abril de 1984 para apoiar e melhorar a qualidade de vida dos doentes. Tem sede em Lisboa e delegações espalhadas por vários pontos do país e ilhas.&lt;br /&gt;Entre as várias actividades desta associação destacam-se: a publicação de uma revista trimestral, a “Parkinson”, que é distribuída gratuitamente a todos os associados; o aconselhamento e orientação dos associados; a realização de encontros para promover o convívio e partilha de informação entre doentes, familiares e profissionais de saúde; e o ensino dos cuidadores, efectuando cursos coordenados por profissionais de saúde.&lt;br /&gt;Se quiser saber mais vá a www.parkinson.pt ou ligue 213850042, o número da sede da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson em Lisboa. Para entrar em contacto com a delegação desta associação em Castelo Branco ligue para 963071333 ou envie um e-mail para imslourenço@gmail.com.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-8380653815221512162?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/8380653815221512162/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/doenca-de-parkinson-3-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8380653815221512162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8380653815221512162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/doenca-de-parkinson-3-parte.html' title='Doença de Parkinson (3ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-627896365010883606</id><published>2010-06-07T10:51:00.002+01:00</published><updated>2010-06-07T10:52:16.590+01:00</updated><title type='text'>Doença de Parkinson (2ª parte)</title><content type='html'>Na doença de Parkinson é muito importante que o diagnóstico seja feito o mais cedo possível. Para isso há que reconhecer os sintomas, de que falei na semana passada, e consultar o médico, preferencialmente um neurologista.&lt;br /&gt;Este irá tentar determinar se a pessoa sofre de Parkinson ou de outra doença, pois há mais situações com características patológicas muito semelhantes. Como? Através da história clínica, dos sintomas, dos resultados da realização de alguns testes (reflexos, força muscular,…), etc. Poderá ainda ser necessário realizar outros exames como o electroencefalograma, o TAC ou a ressonância magnética, para excluir a possibilidade de sofrer de outra patologia cerebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só com um correcto diagnóstico se poderá optar pelos tratamentos mais adequados a cada caso. &lt;br /&gt;Não existe, até ao momento, uma forma de curar os doentes de Parkinson, porque as células do cérebro não se renovam. &lt;br /&gt;No entanto, é possível atrasar a evolução da doença, diminuir os sintomas, melhorar a qualidade de vida dos doentes e prevenir possíveis complicações (como as infecções respiratórias, as infecções urinárias, as sequelas de quedas, etc). Na maioria dos casos são estas complicações as responsáveis pela morte dos doentes e não a doença em si, pois esta, apesar de progressiva, não é letal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doença de Parkinson tem sido alvo de muita investigação, para tentar descobrir mais, quer sobre as suas causas, quer sobre novas formas de tratamento e melhoria das já existentes. &lt;br /&gt;No Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, por exemplo, têm vindo a decorrer estudos sobre esta patologia. Os investigadores conseguiram perceber como é que a disfunção de uma estrutura que existe nas células (a mitocôndria) contribuía para a morte das mesmas e começaram agora a testar uma nova terapêutica que poderia bloquear a progressão da doença de Parkinson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, existem já várias formas para combater esta doença, nomeadamente:&lt;br /&gt;• Medicamentos – existem variadíssimos fármacos disponíveis para tratar e controlar os sintomas. Um medicamento muito eficaz é a levodopa, descoberta na década de 70, mas todos os anos surgem novos fármacos, mais ou menos eficazes de acordo com o caso de cada doente, para outros sintomas, etc. É ainda muito importante ter em atenção que existem certos medicamentos que podem fazer com que o doente piore, sendo muito importante que não tome outros remédios, seja para que problema for, sem antes consultar o seu médico;&lt;br /&gt;• Cirurgia – em determinados casos específicos (pelas características do doente, por a doença já estar numa fase muito avançada, etc) poderá optar-se pela intervenção cirúrgica para controlar alguns sintomas, como os tremores ou a rigidez. Estas cirurgias efectuam-se, por exemplo, no Hospital de São João no Porto, o local onde já foram tratados o maior número de doentes em Portugal;&lt;br /&gt;• Psicoterapia – o doente apercebe-se da deterioração da sua condição física, pois mentalmente está bem, o que conduz muitas vezes à depressão e à revolta. Para além disso, a evolução da patologia conduz muitas vezes a estados de demência. Por estes motivos poderá ser necessária a intervenção de um psicoterapeuta (psiquiatra, psicólogo) para orientar sobre a medicação que poderá ajudar e para aconselhar o doente e a sua família/cuidadores;&lt;br /&gt;(continua)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-627896365010883606?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/627896365010883606/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/doenca-de-parkinson-2-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/627896365010883606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/627896365010883606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/doenca-de-parkinson-2-parte.html' title='Doença de Parkinson (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-4892881256071883944</id><published>2010-06-07T10:51:00.001+01:00</published><updated>2010-06-07T10:51:37.919+01:00</updated><title type='text'>Doença de Parkinson (1ª parte)</title><content type='html'>No domingo passado assinalou-se o Dia Mundial da Doença de Parkinson. &lt;br /&gt;O dia 11 de Abril é o escolhido por ser aquele em que nasceu o Dr. James Parkinson, o médico inglês que, em 1817, descreveu esta doença pela primeira vez e lhe deu o seu nome. &lt;br /&gt;Em Portugal decorreram várias actividades, entre elas, o encontro nacional em Fátima, com a presença de doentes, familiares, amigos e profissionais de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doença de Parkinson é uma patologia do sistema nervoso central. As células do sistema nervoso (neurónios), localizadas numa zona específica do cérebro, deixam de funcionar correctamente ou morrem. Assim, devido à destruição celular naquela área, deixa de ser produzida a quantidade necessária de dopamina, uma substância que permite que se façam alguns tipos de movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta patologia afecta cerca de 20 mil portugueses, diagnosticando-se aproximadamente 1800 novos casos por ano. Com o aumento da esperança média de vida a tendência aponta para que haja um aumento do número de pessoas com doença de Parkinson. Afecta pessoas de ambos os sexos, em percentagens aproximadamente iguais, e normalmente a partir dos sessenta anos de idade. No entanto, também surgem casos em indivíduos a partir dos quarenta anos, sendo raro acontecer antes disso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doença de Parkinson é até hoje uma patologia de causa desconhecida. Não se percebe porque é que a deterioração dos neurónios ocorre (quais os mecanismos que a provocam), nem porque é que essa deterioração acontece em determinadas pessoas. Não há evidências de que seja por razões hereditárias, apenas se sabe que a idade contribui para o aparecimento da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas da doença de Parkinson vão-se manifestando de forma progressiva, começando por vezes com um simples tremor que vai piorando. Os principais sinais são a rigidez muscular, o tremor de repouso e a lentificação dos movimentos. Por regra, numa fase inicial, afecta os membros superiores e normalmente só de um lado do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que sente o doente e o que observam as outras pessoas?&lt;br /&gt;Notam que:&lt;br /&gt;• as mãos (mas também os pés, pernas, braços) tremem quando está parado sem fazer nada e esses tremores diminuem quando está a fazer alguma actividade;&lt;br /&gt;• a expressão facial se altera, diminuindo a mímica facial (olhar fixo,…);&lt;br /&gt;• fala de uma forma monocórdica, com um volume mais baixo que o normal, sendo frequente que escorra saliva pelos cantos da boca;&lt;br /&gt;• a pele fica mais oleosa, especialmente a da cara;&lt;br /&gt;• começa a mexer-se menos e com menor agilidade, tendo também mais dificuldade para iniciar o movimento (referem que “parece que está congelado”,” que não consegue arrancar”);&lt;br /&gt;• tem cada vez mais dificuldade em andar, com menos equilíbrio, dando passos pequeninos, arrastando os pés e por vezes andando mais rápido para evitar cair;&lt;br /&gt;• há tendência para a depressão, maior ansiedade e demência (falta de iniciativa para fazer coisas, dificuldade em resolver problemas quotidianos e em decorar informação, etc.);&lt;br /&gt;• etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-4892881256071883944?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/4892881256071883944/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/doenca-de-parkinson-1-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4892881256071883944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4892881256071883944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/doenca-de-parkinson-1-parte.html' title='Doença de Parkinson (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-7483543025626397004</id><published>2010-06-07T10:49:00.001+01:00</published><updated>2010-06-07T10:49:32.843+01:00</updated><title type='text'>Artrite Reumatóide (3ª parte)</title><content type='html'>Há várias medidas que podem ser tomadas para facilitar as actividades do dia a dia e para não sobrecarregar as articulações, protegendo-as, especialmente nas fases em que os doentes sentem mais dor.&lt;br /&gt;Aqui ficam alguns conselhos:&lt;br /&gt;• em casa – torne a sua casa um local onde se possa mexer facilmente (não coloque tapetes no chão, retire “bibelôs” que atrapalhem a passagem, escolha portas largas onde se possa passar bem, etc); substitua as torneiras e manípulos das portas arredondados por modelos em forma de alavanca e mais fáceis de abrir; prefira janelas de correr e fáceis de abrir e fechar (leves, que deslizem bem pelas calhas, etc); coloque corrimões em zonas potencialmente escorregadias ou de fácil perca de equilíbrio; a cama e o assento das cadeiras e da sanita deverão estar a uma altura do chão que corresponda aproximadamente aos centímetros que medir entre o seu joelho e o calcanhar (por ex: pode adquirir adaptadores para colocar nos pés da cama para a elevar ou um tampo de sanita mais alto);&lt;br /&gt;• relativamente ao que usa – quanto ao vestuário, os fechos e os botões da roupa tornam-se difíceis de manejar, devido à dor sentida quando o faz ou à deformação que as mãos possam ter, sendo preferível optar por roupas mais práticas e fáceis de vestir como calças com elástico na cintura, blusas fáceis de vestir (largas, com elasticidade, t-shirt, etc.) ou vestidos; quanto ao calçado poderá optar por calçado sem atacadores, com velcros ou “só de enfiar o pé”, ortopédico ou não, mas que seja acima de tudo confortável e adaptado ao formato do seu pé;&lt;br /&gt;• para a realização de tarefas – escolha sempre equipamentos (telemóvel, telecomando, teclado do computador) com teclas grandes, mais fáceis de usar; em períodos de maior dor ou em casos mais avançados utilize utensílios (copos, pratos, jarro, garrafas) de plástico em vez de vidro ou cerâmica, pois são mais leves; saiba que existem muitos tipos de adaptações para todo o género de objectos e para o ajudar em várias actividades, como por exemplo, para ajudar a abotoar uma camisa, a calçar meias, a abrir frascos ou a agarrar pequenos objectos, para tornar um lápis/caneta mais fácil de ser agarrado enquanto está a escrever (aumentando o seu diâmetro), suportes para lhe manter um livro/jornal aberto, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem assinalou-se o Dia Nacional do Doente com Artrite Reumatóide. Desde 2000 que todos os anos se comemora a 5 de Abril, com o objectivo de chamar a atenção para a Artrite Reumatóide, para o número de doentes existente no nosso país, para as consequências desta patologia e todos os problemas que os doentes enfrentam no seu quotidiano.&lt;br /&gt;Saiba ainda que existe a ANDAR, a Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide. Esta associação foi criada em 1995 e desde então procura dar apoio aos doentes com artrite reumatóide e informar e esclarecer as dúvidas dos doentes e da população em geral.&lt;br /&gt;A sua sede está localizada em Lisboa e poderá entrar em contacto com a mesma através dos números de telefone 21 7937361 e 21 7986376/7 ou consultando o site www.andar-reuma.pt.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-7483543025626397004?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/7483543025626397004/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/artrite-reumatoide-3-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/7483543025626397004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/7483543025626397004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/artrite-reumatoide-3-parte.html' title='Artrite Reumatóide (3ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-1975940448043187877</id><published>2010-06-07T10:48:00.000+01:00</published><updated>2010-06-07T10:49:00.063+01:00</updated><title type='text'>Artrite Reumatóide (2ª parte)</title><content type='html'>A artrite reumatóide é uma doença crónica, pois não tem cura, mas tem tratamento.&lt;br /&gt;Para melhorar a sua qualidade de vida, as pessoas com artrite reumatóide devem procurar a ajuda de profissionais de saúde e ter determinados cuidados consigo mesmos.&lt;br /&gt;O médico de família, o reumatologista e o fisioterapeuta podem informá-lo sobre esta doença, responder às suas dúvidas, aconselhá-lo sobre os vários tratamentos existentes, dar-lhe dicas para lidar com a patologia, etc.&lt;br /&gt;Quanto mais cedo começar a tratar-se melhores serão os resultados e menor será a progressão da patologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem várias formas para “combater” este problema de saúde:&lt;br /&gt;• o tratamento farmacológico – poderão ser receitados vários tipos de medicamentos (constantemente surgem novos remédios) para tratar os sintomas da artrite reumatóide, para prevenir que hajam outras complicações, etc.;&lt;br /&gt;• o descanso – em determinadas situações é recomendado o repouso, normalmente quando a doença está numa fase muito activa e a pessoa sente muita dor;&lt;br /&gt;• a Fisioterapia – especialmente depois da inflamação articular estar controlada e tendo como principais objectivos prevenir a deformação das articulações, aumentar a mobilidade e fortalecer os músculos em redor das articulações. Além do tratamento, o fisioterapeuta poderá ainda ensinar-lhe alguns exercícios simples;&lt;br /&gt;• a cirurgia – pode ser necessário recorrer à colocação de próteses articulares ou operar por causa de tendões que deixaram de conseguir manter a estabilidade da articulação, etc;&lt;br /&gt;• a alimentação – deve seguir uma dieta equilibrada para evitar o excesso de peso, que irá causar uma sobrecarga prejudicial às articulação. Para além disso, pensa-se que a ingestão de certos alimentos influencia positiva ou negativamente a artrite reumatóide, melhorando ou piorando os sintomas do doente. Por exemplo, alimentos ricos em ómega 3 (peixes), em cálcio e em proteínas são recomendados;&lt;br /&gt;• a actividade física – ao realizar exercício físico o doente terá benefícios em termos musculares, ósseos, de flexibilidade, cardio-respiratórios e é claro a nível psicológico e social. Mas antes de pensar nisso o doente deverá sempre aconselhar-se com o fisioterapeuta ou com o médico, que lhe recomendarão as actividades físicas mais adequadas (exercício físico moderado, por exemplo hidroterapia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo esta uma patologia de causa desconhecida e com manifestações muito variadas de pessoa para pessoa, nem todos os tratamentos poderão ser necessários ou funcionarão de igual forma para todos os pacientes.&lt;br /&gt;Para além do tratamento é muito importante uma outra questão. O apoio e compreensão da família e das pessoas que rodeiam o doente são fundamentais. E ao invés a preocupação e protecção exageradas são prejudiciais. É por isso importante que a família, os amigos, os colegas de trabalho, etc, saibam que a pessoa sofre de artrite reumatóide e compreendam esta patologia, os sintomas e as imitações que dela advêm.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-1975940448043187877?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/1975940448043187877/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/artrite-reumatoide-2-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/1975940448043187877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/1975940448043187877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/artrite-reumatoide-2-parte.html' title='Artrite Reumatóide (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-5628039809569340107</id><published>2010-06-07T10:45:00.000+01:00</published><updated>2010-06-07T10:48:12.245+01:00</updated><title type='text'>Artrite Reumatóide (1ª parte)</title><content type='html'>A Artrite Reumatóide é uma doença inflamatória auto-imune que afecta principalmente as articulações.&lt;br /&gt;Por outras palavras, é uma inflamação das articulações por causa de um mau funcionamento dos anti-corpos do nosso organismo. A acção normal destes é proteger o nosso corpo de organismos estranhos, como vírus e bactérias, mas neste caso os anti-corpos atacam o próprio corpo.&lt;br /&gt;Para além das articulações, a artrite reumatóide pode ainda afectar vários órgãos do organismo, como o coração e os pulmões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se sabe o que causa o aparecimento da artrite reumatóide. Até ao momento a sua origem é desconhecida. Pensa-se que uma pessoa passe a sofrer de artrite reumatóide devido à conjugação de vários factores em simultâneo, tais como factores hereditários (predisposição genética) e ambientais (clima, tabagismo, infecções, etc), que irão também influenciar a forma como se vai manifestar a patologia e como esta evoluirá ao longo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia que a artrite reumatóide afecta:&lt;br /&gt;- cerca de seis milhões de pessoas em todo o mundo;&lt;br /&gt;- homens e mulheres, na proporção de três mulheres por cada homem;&lt;br /&gt;- pessoas de todas as idades, inclusive crianças e jovens, sendo mais incidente nos adultos jovens (a partir dos 30 anos) e em mulheres na pós-menopausa (entre os 50 e os 70 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já foi referido, a artrite reumatóide afecta principalmente as articulações (a articulação é a zona onde dois ossos se articulam, permitindo que estes se unam entre si e que haja movimento), começando na maioria dos casos por se manifestar nas mãos. Pode atingir várias articulações (joelhos, pés, ombros, coluna, cotovelos, etc.), com mais ou menos consequências e normalmente simetricamente, ou seja, igual do lado direito e do lado esquerdo do corpo.&lt;br /&gt;Esta é uma doença bastante debilitante, como se perceberá pelos sinais e sintomas que a ela estão associados. &lt;br /&gt;Nas articulações afectadas os doentes, de acordo com o caso e com a gravidade da artrite, sentem/notam:&lt;br /&gt;- dor;&lt;br /&gt;- calor/ aumento da temperatura na zona;&lt;br /&gt;- rubor/ vermelhidão;&lt;br /&gt;- edema/ inchaço;&lt;br /&gt;- rigidez articular pela manhã/ dificuldade em dobrar e esticar as articulações;&lt;br /&gt;- limitação de movimentos;&lt;br /&gt;- deformação progressiva ao longo dos anos;&lt;br /&gt;- e nódulos subcutâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que seja feito o diagnóstico correcto e o mais cedo possível, por isso se suspeitar que algo de errado se passa com as suas articulações consulte um médico reumatologista.&lt;br /&gt;Não há forma de prevenir nem de curar a artrite reumatóide, contudo pode evitar o agravamento da situação clínica. Mas disso falarei na próxima semana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-5628039809569340107?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/5628039809569340107/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/artrite-reumatoide-1-parte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/5628039809569340107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/5628039809569340107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/06/artrite-reumatoide-1-parte.html' title='Artrite Reumatóide (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-3618272277042605706</id><published>2010-03-26T09:55:00.000Z</published><updated>2010-03-26T09:56:25.170Z</updated><title type='text'>Um ano depois....</title><content type='html'>Já lá vai um ano desde que comecei a escrever para o Povo da Beira. &lt;br /&gt;Como o tempo passa depressa!&lt;br /&gt;Todas as semanas tento falar sobre um tema de uma forma simples e resumida, para que todos os leitores possam ficar a conhecer um pouco mais sobre a sua saúde e o que podem fazer para a melhorar.&lt;br /&gt;Procuro explicar algumas patologias mais comuns entre os portugueses, os seus sinais de alerta e alguns dos factores de risco. &lt;br /&gt;Para além disso tento aconselhar sobre o que se deve ou não fazer e que medidas se podem tomar para prevenir que determinadas situações aconteçam. &lt;br /&gt;Nunca esquecendo, é claro, o papel do fisioterapeuta e como ele pode ajudar em variadíssimas situações, uma vez que é esta a minha área de intervenção. &lt;br /&gt;Costumo ainda destacar alguns dias comemorativos assinalados no calendário português e dar a conhecer algumas associações e o papel que desempenham na sociedade.&lt;br /&gt;Já foram vários os temas abordados. Por exemplo, a osteoartrose do joelho, o AVC, a Fisioterapia, a osteoporose, as tendinites, a postura corporal mais correcta em várias situações, etc.&lt;br /&gt;Mas nem sempre é fácil simplificar determinados temas nem colocar por palavras aquilo que quero transmitir. Muito mais haveria para dizer e para aprofundar.&lt;br /&gt;Nunca se deve esquecer que cada caso é um caso. Eu escrevo sobre a generalidade, por isso não se deve basear no que lê para, por exemplo, se diagnosticar a si mesmo. Deve antes ler o que escrevo como uma forma de alerta, pois se estiver informado mais facilmente:&lt;br /&gt;• irá colocar a mão na consciência e começará a ter hábitos de vida mais saudáveis para prevenir o aparecimento de algumas doenças;&lt;br /&gt;• identificará em si, e nos outros, sinais que o levem a pensar que poderá ter determinada patologia e recorrerá, atempadamente, à ajuda dos profissionais de saúde para que estes façam o correcto diagnóstico e tratamento se necessário;&lt;br /&gt;• recorrerá a associações que o poderão encaminhar e ajudar;&lt;br /&gt;• se preocupará com a sua saúde, fazendo rastreios, análises periódicas, consultando o seu médico de família, não deixando arrastar problemas sem procurar tratamento, etc.&lt;br /&gt;Pelo menos é esse o meu objectivo.&lt;br /&gt;À vossa disposição tenho o meu endereço de correio electrónico fisiocb@sapo.pt. Podem colocar-me as vossas dúvidas, questões e críticas e ainda sugestões de temas que gostariam de ver abordados. Mesmo que não saibam trabalhar com um computador ou com a internet poderão sempre pedir a um familiar que o faça por vocês!&lt;br /&gt;Por fim, gostaria de agradecer a todas as pessoas que lêem semanalmente os textos que escrevo. Obrigado pela vossa atenção!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-3618272277042605706?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/3618272277042605706/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/um-ano-depois.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3618272277042605706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3618272277042605706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/um-ano-depois.html' title='Um ano depois....'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-1393626944426242726</id><published>2010-03-26T09:53:00.001Z</published><updated>2010-03-26T09:54:53.288Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Estou a ter alguns problemas com a publicação das mensagens... a configuração do texto não aparece como eu escrevo! A cor e tipo de letra saem alteradas. Desculpem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-1393626944426242726?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/1393626944426242726/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/estou-ter-alguns-problemas-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/1393626944426242726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/1393626944426242726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/estou-ter-alguns-problemas-com.html' title=''/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-7626618627322282645</id><published>2010-03-26T09:50:00.000Z</published><updated>2010-03-26T09:51:35.060Z</updated><title type='text'>Incontinência Urinária (4ª parte)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;No entanto, há exercícios simples que toda a gente pode fazer. As pessoas que já tenham incontinência podem fortalecer os músculos do pavimento pélvico e aqueles que não têm incontinência podem, também com recurso a estes exercícios, prevenir problemas futuros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: windowtext;"&gt;Mas antes de passar aos exercícios, é necessário que todos saibam exactamente quais são os músculos de que estou a falar. Os músculos do pavimento pélvico são aqueles que envolvem a uretra, a vagina (nas senhoras) e o ânus e que permitem controlar a abertura ou fecho destes orifícios. Têm ainda como função suportar a uretra, a bexiga, o útero (nas senhoras) e o recto. Pode dizer-se, de uma forma mais simples, que são os músculos da base do nosso tronco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Para poder exercitar correctamente estes músculos é preciso saber exactamente como é sentida a sua contracção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Nas mulheres, os músculos do pavimento pélvico podem ser facilmente sentidos quando está na casa de banho a urinar e interrompe o fluxo de urina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Já no caso dos homens, a melhor forma de sentir estes músculos é contrair o ânus, como quando tem vontade de libertar gases e impede.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;São esses os músculos que não podem perder força, pois se isso acontecer mais facilmente irá ter perdas de urina. Se forem exercitados não perderão a sua capacidade de contrair (prevenir) e poderão ganhar as capacidades que já tinham perdido (reabilitar).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Para exercitar os músculos do pavimento pélvico faça estes exercícios:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;contraia durante um ou dois segundos (que vai ser o tempo que inicialmente conseguirá contrair), descanse um ou dois segundos (tempo de descanso igual ao tempo de contracção) e volte a contrair um ou dois segundos. Ao longo do tempo vai conseguir contrair durante mais segundos (10 segundos é óptimo) e vai conseguir fazer mais repetições (10 vezes é suficiente);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;contraia com toda a força e descontraia logo a seguir e assim sucessivamente até 10 repetições. Estas contracções e estes relaxamentos devem ser feitos rapidamente e com força.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Como vê são exercícios muito simples que não custam dinheiro, em que não precisa de suar e que vão demorar apenas alguns minutinhos a fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Pode efectuá-los em várias posições, começando pelas mais fáceis (deitado, sentado) e progredindo para as mais difíceis (de pé, agachado).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Estas contracções podem ser feitas em qualquer lugar e a qualquer altura do dia, até porque só você é que saberá que as está a fazer, mais ninguém se aperceberá. Por exemplo, quando está sentado a trabalhar ao computador, quando conduz para o trabalho, quando se deita antes de adormecer, enquanto vê televisão, quando está a passar a ferro, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não se esqueça de contrair quando mais necessita, ou seja, quando tiver de espirrar, tossir, fazer um esforço, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Deve realizar estes exercícios várias vezes por dia, incluindo-os na sua rotina diária (como o lavar dos dentes), e continuar a fazê-los ao longo do tempo, mesmo que já se sinta melhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Até porque os efeitos deste treino não são imediatos, só c&lt;span style=""&gt;omeçando a notar melhorias após 2 a 4 meses de prática e tendo realmente bons resultados passados 6 meses. Nem são tão pouco permanentes, pois se parar de fazer os exercícios os músculos começarão de novo a enfraquecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Este tipo de exercícios traz mais benefícios para os casos de incontinência de esforço, no entanto, ajudam também nalguns casos de incontinência de urgência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Cada caso é um caso e para alguns os exercícios serão suficientes para resolver o problema, para outros os sintomas de incontinência diminuirão apesar de não desaparecerem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não se esqueça que toda a gente deveria fazer treino dos músculos do pavimento pélvico, independentemente de ser homem ou mulher, de ser novo ou ser velho (nunca é tarde para começar) e de ter incontinência ou não (pois a prevenção é muito importante).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;No próximo dia 14 de Março assinala-se o Dia da Incontinência Urinária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O objectivo deste dia é informar e sensibilizar a população e os profissionais de saúde. Este ano pretende-se chamar a atenção para a existência de tratamentos fáceis e eficazes. Deixe de lado a vergonha!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Se quiser saber mais visite o site da Associação Portuguesa de Urologia em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.apurologia.pt/"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: windowtext;"&gt;www.apurologia.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-7626618627322282645?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/7626618627322282645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-4-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/7626618627322282645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/7626618627322282645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-4-parte.html' title='Incontinência Urinária (4ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-2590688753676072936</id><published>2010-03-26T09:49:00.000Z</published><updated>2010-03-26T09:50:42.839Z</updated><title type='text'>Incontinência Urinária (3ª parte)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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Além dos problemas de higiene há ainda que ter em conta os problemas sociais que a perda de urina pode trazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Muitas pessoas vivem constantemente preocupadas em encontrar uma casa de banho ou desistem de fazer determinadas actividades com receio de que os outros notem que elas sofrem de incontinência urinária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Mas muito pode ser feito. E o principal é começar por se tratar e informar. Só assim poderá aprender a lidar com a incontinência urinária, a melhorar a sua qualidade de vida e até, nalguns casos, a resolver esse problema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Existem algumas alterações no estilo de vida que devem ser feitas relativamente:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;às bebidas que ingere – deve beber moderadamente, nem muito nem pouco (um bom indicador da quantidade adequada é a cor da urina, que deverá ser da cor da palha clara), pois deixar de beber líquidos não é solução, pelo contrário, poderá conduzir a irritações da bexiga (tornando-a mais activa) e a infecções urinárias. Não deverá abusar do café e das bebidas com gás ou alcoólicas, pois estas são diuréticas, fazendo com que tenha mais vontade de urinar;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;ao peso corporal – o excesso de peso conduz muitas vezes à incontinência urinária, devido ao aumento da pressão abdominal, logo é importante que tenha um peso saudável;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;ao tabagismo – o problema de ser fumador quando se tem incontinência urinária é que as pessoas que têm esse hábito costumam tossir mais e a tosse provoca uma maior pressão sobre a bexiga, com as consequentes perdas de urina;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;e à ida à casa de banho – especialmente se a pessoa tem algum tipo de dificuldade de mobilidade, como a falta de destreza manual ou problemas em se deslocar. Começando pela roupa que veste, que não deve ser complicada de despir, devendo evitar, por exemplo, roupas como os macacões ou fechos difíceis de abrir. Já quanto à casa de banho propriamente dita, veja se é fácil chegar à mesma, se não pode fazer algumas alterações para que seja facilmente usada por toda a gente da casa, como desviar objectos que ficam no caminho até à mesma, colocar barras laterais de apoio na sanita, elevar o assento da mesma, etc.;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Para além destes conselhos, existem ainda outras medidas que poderão ser tomadas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;usar a protecção mais adequada a cada situação e de forma correcta (no caso das pessoas acamadas mudar frequentemente), pois se se sentir confortável isso irá melhorar a sua qualidade de vida e a sua confiança e reduzirá a ansiedade de andar sempre preocupada com a perda de urina;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;em casos específicos poderá ser necessário, por exemplo, colocar um cateter para esvaziamento da urina, tomar medicamentos específicos ou até recorrer à cirurgia. Mas estas são questões que só o seu médico especialista em uroginecologia ou urologia (&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);" class="doltraduztrad1"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;especialidades que se ocupam das perturbações e doenças do aparelho urinário do sexo feminino e do sexo masculino, respectivamente)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; lhe poderá esclarecer;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;treinar a bexiga, nos casos de incontinência de urgência, tentando aguentar mais quantidade de urina durante mais tempo, para diminuir o número de idas à casa de banho, e assim, progressivamente, educar a bexiga e aumentar o espaço de tempo entre micções;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;e ainda Fisioterapia e exercícios simples, de que falarei na próxima semana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-2590688753676072936?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/2590688753676072936/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-3-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/2590688753676072936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/2590688753676072936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-3-parte.html' title='Incontinência Urinária (3ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-6909900722537698259</id><published>2010-03-26T09:48:00.001Z</published><updated>2010-03-26T09:48:54.582Z</updated><title type='text'>Incontinência Urinária (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:officedocumentsettings&gt;   &lt;o:relyonvml/&gt;   &lt;o:allowpng/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt; 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Assim, de acordo com as características da incontinência urinária, existem:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;a &lt;i style=""&gt;incontinência de esforço&lt;/i&gt;, resultante da perda de força dos músculos do pavimento pélvico, o que faz com que estes não contraiam o suficiente para impedir que a urina saia quando a pessoa espirra, ri, tosse ou pega em algo pesado, sendo o tipo mais comum entre as senhoras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;a &lt;i style=""&gt;incontinência de urgência&lt;/i&gt;, que se pensa que ocorra por causa de sinais errados que os músculos em redor da bexiga enviam para o cérebro informando-o erradamente de que esta está cheia, fazendo com que a pessoa tenha vontade de urinar muitas vezes (para além do normal de 4 a 8 vezes por dia e tendo até de se levantar várias vezes durante a noite) e de repente, libertando urina involuntariamente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;a incontinência mista, em que acontece tanto a incontinência de esforço como a incontinência de urgência, sendo sempre mais evidentes os sintomas de um dos dois tipos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;a &lt;i style=""&gt;incontinência funcional&lt;/i&gt;, que não é mais do que não conseguir chegar à casa-de-banho para esvaziar a bexiga, devido a algum tipo de problema físico ou mental, perdendo a urina antes de chegar à sanita/urinol;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;e ainda, as &lt;i style=""&gt;disfunções neurológicas da bexiga&lt;/i&gt;, originadas por doenças, como por exemplo, Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla ou espinha bífida, e ainda por lesões cerebrais de pós-traumatismos, que vão alterar o correcto funcionamento da comunicação entre a bexiga e o cérebro, fazendo com que o indivíduo não consiga ter controlo sobre a sua bexiga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;Se suspeitar que sofre de algum destes tipos de incontinência deve procurar consultar o seu médico. Não tenha vergonha, não pense que é só a si que acontece. E por mais embaraçoso que lhe pareça falar sobre a sua incontinência, pense que adiar o problema só piorará a sua situação e a sua saúde. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;Quanto mais cedo procurar ajuda mais fácil será resolver o seu problema de incontinência, ou pelo menos arranjar uma forma de melhorar a sua qualidade de vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Dessa forma poderá ser feito um correcto diagnóstico, despistando outros possíveis problemas como &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;obstipação, tumores, infecções urinárias, problemas na próstata, etc&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;. Na avaliação o médico irá analisar possíveis lesões na cabeça, na coluna vertebral, etc, a sua predisposição para a incontinência (gravidez, prática desportiva, historia familiar, etc), os seus sinais e sintomas, pedindo-lhe ainda que realize exames, como por exemplo análises à urina.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;color:#000000;"   &gt;Desta forma poderá esclarecer as dúvidas que tiver, tratar o seu problema da forma mais adequada e melhorar a nível emocional, físico e social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-6909900722537698259?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/6909900722537698259/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-2-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6909900722537698259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6909900722537698259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-2-parte.html' title='Incontinência Urinária (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-4339030192490919383</id><published>2010-03-26T09:46:00.000Z</published><updated>2010-03-26T09:47:55.102Z</updated><title type='text'>Incontinência Urinária (1ª parte)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CSu%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Wingdings; 	panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0; 	mso-font-charset:2; 	mso-generic-font-family:auto; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 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No entanto, este é ainda um assunto tabu. As pessoas não gostam de falar sobre a sua intimidade e muitas desvalorizam este problema, escondendo-o.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;A incontinência urinária é muito comum, afectando pessoas de várias idades e de ambos os sexos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Fique com estes números:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;1 em cada 4 mulheres e 1 em cada 8 homens sofre ou já sofreu de incontinência urinária;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;as mulheres representam 85% dos doentes;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;entre os 15 e os 64 anos as mulheres têm 10 a 20% de probabilidade de sofrerem de incontinência urinária, subindo para 40% a probabilidade em senhoras com mais de 60 anos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;em Portugal estima-se que existam para cima de 600 000 pessoas com este problema, 16% das quais mulheres com menos de 35 anos e cerca de 190 000 homens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Uma pessoa sofre de incontinência urinária quando perde involuntariamente urina, ou seja, quando “faz xixi sem querer”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Isto pode ocorrer devido a um mau funcionamento do sistema urinário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;De uma forma resumida e simplificada, este sistema funciona assim: os rins filtram o sangue e enviam as substâncias que não são necessárias para a bexiga, que tem a capacidade de se dilatar até encher (cerca de 500ml); quando a bexiga está meio cheia é enviada informação nervosa ao cérebro de que esta tem de esvaziar e a urina desce até à uretra onde existem um esfíncter interno, que só vai abrir quando a bexiga estiver cheia, e um esfíncter externo, que é controlado voluntariamente pela pessoa para o manter fechado até chegar à casa de banho para urinar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;A grande maioria dos problemas surge sobretudo pelo enfraquecimento, por motivos diversos, dos músculos do pavimento pélvico, responsáveis pelo correcto funcionamento dos esfíncteres, mas não só.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Conheça algumas das razões desse enfraquecimento e outras causas que podem conduzir a um caso de incontinência urinária:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;a gravidez e o parto, em que o corpo é sujeito a modificações físicas e hormonais, como a pressão que o útero exerce sobre a bexiga e o esforço para fazer nascer o bebé;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;a menopausa, que também acarreta modificações, como a redução de estrogénio e a alteração da posição da bexiga;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;o excesso de peso, com a consequente sobrecarga dos músculos abdominais e pélvicos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;a idade, especialmente nos homens;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;determinados medicamentos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;patologias, como inchaço e cancro da próstata, Parkinson, Alzheimer, espinha bífida, esclerose múltipla, entre outras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0cm; line-height: normal;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-4339030192490919383?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/4339030192490919383/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-1-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4339030192490919383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4339030192490919383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/03/incontinencia-urinaria-1-parte.html' title='Incontinência Urinária (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-2167270486231689606</id><published>2010-02-10T18:16:00.002Z</published><updated>2010-02-10T18:20:11.584Z</updated><title type='text'>Cuidados Continuados (4ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(continuação)&lt;br /&gt;3.Equipas hospitalares&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Equipas de gestão de altas&lt;/em&gt; – constituídas por profissionais de várias áreas com a finalidade de preparar a alta clínica (a saída do hospital) de um utente, com problemas de saúde e/ou sociais, que necessita de acompanhamento especializado, referenciando-o para a rede nacional de cuidados continuados integrados;&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Equipas intra-hospitalares de suporte em cuidados paliativos&lt;/em&gt; – constituídas por profissionais de várias áreas com formação em cuidados paliativos com a finalidade de, nos vários serviços do hospital e desde que sejam solicitados para tal, prestar cuidados a doentes internados e aconselhar e orientar quanto à intervenção nestes utentes em estado avançado ou terminal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Equipas domiciliárias&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Equipas de cuidados continuados integrados&lt;/em&gt; – constituídas por profissionais de várias áreas e em articulação com o Centro de Saúde com a finalidade de prestar serviços ao domicilio a utentes com dependência funcional, com doenças terminais ou em casos de convalescença cuja situação não requeira internamento, mas que por outro lado não lhes permita deslocar-se de forma autónoma, com a vantagem de contactar mais com a família e meio que rodeiam o utente;&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Equipas comunitárias de suporte em cuidados paliativos&lt;/em&gt; – constituídas por profissionais de várias áreas com formação em cuidados paliativos com a finalidade de apoiar, aconselhar e dar formação às equipas de cuidados integrados, nas unidades de média duração e reabilitação, nas unidades de longa duração e manutenção e aos familiares/cuidadores relativamente a esta área, mas também avaliar e intervir em casos que necessitem desse tipo de cuidados nesses locais de internamento ou no domicílio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As unidades e as equipas mencionadas podem funcionar em conjunto e partilhar os mesmos espaços, sendo muito comum encontrar num mesmo local uma Unidade de Média Duração e Reabilitação (UMDR) e uma de Longa Duração e Manutenção (ULDM). O funcionamento destas unidades e equipas só é possível pela sua articulação com os Hospitais, com os Centros de Saúde e com vários outros serviços comunitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba ainda que no distrito de Castelo Branco se encontram em funcionamento unidades de cuidados continuados:&lt;br /&gt;- na Santa Casa da Misericórdia de Idanha-a-Nova – UMDR e ULDM;&lt;br /&gt;- na Santa Casa da Misericórdia do Fundão – UMDR e ULDM;&lt;br /&gt;- no Centro Social Padre Tomás de Aquino de Azevedo, no Orvalho – ULDM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser conhecer um pouco mais sobre a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados vá a &lt;a href="http://www.rncci.min-saude.pt/"&gt;www.rncci.min-saude.pt&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-2167270486231689606?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/2167270486231689606/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-4-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/2167270486231689606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/2167270486231689606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-4-parte.html' title='Cuidados Continuados (4ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-8997591132921917289</id><published>2010-02-02T10:39:00.001Z</published><updated>2010-02-02T10:41:51.040Z</updated><title type='text'>Cuidados Continuados (3ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os cuidados continuados são prestados em diversos locais, sendo diversos também os tipos de unidades e de equipas, de acordo com as necessidades dos utentes.&lt;br /&gt;As unidades são espaços (pisos, edifícios, salas) que foram criados em edifícios já existentes ou construídos de raiz para neles serem efectuados cuidados continuados.&lt;br /&gt;As equipas são constituídas por profissionais de variadas áreas que se deslocam onde for necessário actuar – os serviços de um hospital, à casa das pessoas, etc.&lt;br /&gt;Assim, no âmbito da prestação destes cuidados existem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Unidades de Internamento&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Unidades de Convalescença&lt;/em&gt; – estão integradas no espaço físico de um hospital ou de outra instituição e funcionam em articulação com o hospital; o utente, com perda transitória de autonomia potencialmente recuperável, pode ser admitido nesta unidade depois de ter estado internado num hospital por uma situação aguda, recorrência de um problema ou alguma descompensação de uma doença crónica; este é sujeito a cuidados e acompanhamento especializado contínua e intensivamente com a finalidade de o estabilizar a nível clínico e funcional, avaliar e reabilitar; destinam-se a internamentos até 30 dias consecutivos;&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Unidades de Média Duração e Reabilitação&lt;/em&gt; (UMDR) – diferenciam-se das unidades de convalescença apenas por possuírem espaço físico próprio e por se destinarem a internamentos de 30 a 90 dias consecutivos.&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Unidades de Longa Duração e Manutenção&lt;/em&gt; (ULDM) – funcionam num espaço físico próprio; o utente com doenças crónicas ou com diferentes níveis de dependência e que não reúna condições para ser cuidado no domicílio pode ser admitido nestas unidades; este é sujeito a cuidados e acompanhamento especializado com a finalidade de prevenir e/ou retardar o agravamento da situação de dependência, favorecendo o conforto e a qualidade de vida; destinam-se a internamentos até 90 dias, em situações temporárias por dificuldades de apoio familiar ou necessidade de descanso do principal cuidador, ou mais de 90 dias consecutivos, podendo ser de carácter permanente;&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Unidades de Cuidados Paliativos&lt;/em&gt; – podem funcionar num espaço físico próprio ou estar integradas no espaço físico de um hospital; o utente em situação clínica complexa e de sofrimento, decorrente de doença severa e ou avançada, incurável e progressiva, nos termos do Programa Nacional de Cuidados Paliativos do Plano Nacional de Saúde pode ser admitido nestas unidades; este é sujeito a cuidados e acompanhamento especializado com a finalidade de favorecer o conforto e a qualidade de vida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.Unidades de ambulatório&lt;br /&gt;·&lt;em&gt;Unidades de Dia e de Promoção da Autonomia&lt;/em&gt; – funcionam em articulação com outras unidades da rede de cuidados continuados, por exemplo, com os centros de saúde ou com os hospitais; o utente tem algum grau de dependência mas não reúne condições para receber cuidados ao domicílio, tendo de se deslocar da sua residência até ao local onde são prestados os cuidados e o acompanhamento especializado; funcionam nos dias úteis e durante oito horas diárias, no mínimo;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-8997591132921917289?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/8997591132921917289/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-3-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8997591132921917289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/8997591132921917289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-3-parte.html' title='Cuidados Continuados (3ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-3604886576104051547</id><published>2010-02-02T10:38:00.000Z</published><updated>2010-02-02T10:39:13.202Z</updated><title type='text'>Cuidados Continuados (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como irão ser prestados os cuidados continuados?&lt;br /&gt;Mediante a intervenção de uma equipa multidisciplinar, ou seja, de profissionais de várias áreas de actuação, que se vai centrar na pessoa com necessidades e na sua família identificando e prestando todos os cuidados que estes necessitem.&lt;br /&gt;Estes cuidados poderão ser de carácter preventivo, curativo, de reabilitação e paliativo, nomeadamente:&lt;br /&gt;- apoio psicológico e social;&lt;br /&gt;- ajuda nas actividades da vida diária, como comer, tomar banho, limpeza da casa e das roupas, etc;&lt;br /&gt;- na relação entre o utente e a sua família e vice-versa, informando e ensinando a família a lidar com o utente (como o podem ajudar, o que podem e não devem fazer, etc) e o individuo a interagir e a ajudar a sua família a ajudá-lo;&lt;br /&gt;- cuidados de saúde, médicos, de enfermagem, de fisioterapia, etc, para que o individuo possa alcançar um bom estado de saúde, para se possível promover a sua autonomia e diminuir as suas incapacidades, para lhe reduzir os sintomas, nomeadamente a dor, e para proporcionar bem-estar, actuando ou não directamente sobre a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os cuidados que são prestados podem ser muito diferenciados, tal como os indivíduos e as famílias que usufruem desse acompanhamento.&lt;br /&gt;Por exemplo, podem beneficiar destes cuidados continuados, independentemente da sua idade e da origem do problema, pessoas com pouca autonomia e dependentes de terceiros, indivíduos que necessitam de mais cuidados de saúde ou por períodos de tempo mais prolongados, pessoas com doenças crónicas ou terminais, entre outros. É o caso daqueles que tiveram um AVC, que têm Alzheimer, cancro, de idosos fragilizados ou já acamados, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que isto seja possível as equipas de cuidados continuados integrados são constituídas por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, profissionais de limpeza, entre outros. O número de profissionais e as suas competências estão de acordo com as características da região onde essa equipa irá actuar, devendo estar ajustada às necessidades, dimensão e realidade dessa população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso dos fisioterapeutas em particular, estes centram-se no utente avaliando as suas capacidades, funcionalidade, objectivos e expectativas (o que é capaz de fazer, o que precisa de fazer, as suas limitações, etc), analisando os seus sinais e sintomas (dor, fraqueza, etc) e a interacção de todos estes com o meio que o rodeia (não vai à rua porque tem escadas, não se veste sozinho porque a esposa ajuda “demasiado”, etc).&lt;br /&gt;Após um raciocínio clínico são estabelecidos os objectivos para aquele caso específico e posteriormente com a intervenção propriamente dita procuram-se obter os melhores resultados possíveis.&lt;br /&gt;O fisioterapeuta tem assim um papel activo na equipa de cuidados continuados contribuindo para a recuperação, para a maximização da independência e da funcionalidade, para o bem-estar e melhoria da qualidade de vida, para a prevenção de complicações e deterioração do estado de saúde e para o aconselhamento e ensino ao utente e às pessoas que o rodeiam.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-3604886576104051547?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/3604886576104051547/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-2-parte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3604886576104051547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/3604886576104051547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-2-parte.html' title='Cuidados Continuados (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-885442634346894123</id><published>2010-02-02T10:37:00.000Z</published><updated>2010-02-02T10:38:29.041Z</updated><title type='text'>Cuidados Continuados (1ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A população portuguesa está a envelhecer. Em 1960 8% da população era idosa, em 2001 esta percentagem tinha duplicado para 16% e prevê-se, de acordo com projecções do Instituto Nacional de Estatística, que em 2050 32% da população tenha mais de 65 anos de idade. Traduzindo estas percentagens em números, passou-se de 708 570 idosos em 1960 para 1 702 120 em 2001 (987 047 mulheres e 715 073 homens).&lt;br /&gt;Com o avançar da idade aumentam também os problemas de saúde, as limitações dos indivíduos e a dependência que deles pode advir. Estima-se que, em Portugal, um terço das pessoas com mais de 65 anos precisa de ajuda para realizar as suas actividades da vida diária, como tomar banho, vestir-se, etc.&lt;br /&gt;Para além do envelhecimento existem ainda outras alterações epidemiológicas e sociais que se têm verificado nos últimos anos, existindo pessoas de várias idades e com diversos problemas, sem autonomia ou com necessidades muito específicas, por exemplo, casos de jovens e adultos jovens tetraplégicos, com sequelas de AVC, cancros, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para responder a estas novas necessidades de saúde e sociais, por mais ou menos longos períodos de tempo, houve que procurar organizar um tipo de cuidados que fosse personalizado, de proximidade e dirigido às especificidades da condição de cada pessoa.&lt;br /&gt;Surgiram assim os Cuidados Continuados Integrados que se definem como “o conjunto de intervenções sequenciais de saúde e ou de apoio social, decorrente de avaliação conjunta, centrados na recuperação global entendida como o processo terapêutico e de apoio social, activo e contínuo, que visa promover a autonomia melhorando a funcionalidade da pessoa em situação de dependência, através da sua reabilitação, readaptação e reinserção familiar e social (alínea a) do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 101/2006, de 6 de Junho) ”.&lt;br /&gt;De uma forma simplificada, pode-se dizer que com os cuidados continuados procura-se ir ao encontro do doente que está dependente, esteja ele em casa, no hospital, num lar, etc, e levar-lhe todos os cuidados de que necessita, através da actuação de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, etc, pelo tempo que for necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) foi criada em 2006 pelos Ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Saúde e é formada por várias instituições públicas e privadas que prestam cuidados de saúde e de apoio social.&lt;br /&gt;Esta rede tem como principais objectivos:&lt;br /&gt;· desenvolver acções próximas das pessoas dependentes;&lt;br /&gt;· investir em cuidados de longa duração por todo o país;&lt;br /&gt;· qualificar e humanizar a prestação de cuidados;&lt;br /&gt;· potenciar os recursos locais e adequar as respostas às necessidades individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aceder à RNCCI tem de existir uma proposta feita por um hospital ou um centro de saúde. Esta é feita porque os profissionais do hospital ou do centro de saúde detectaram essa necessidade ou porque o próprio utente ou respectiva família a demonstraram. Depois a equipa coordenadora local da RNCCI analisa o caso e os cuidados necessários, verificando se foram cumpridos todos os critérios de referenciação, e decide qual o melhor recurso da RNCCI para aquele caso especifico, tendo em conta as necessidades do utente e da sua família.&lt;br /&gt;Por isso já sabe, se você ou um familiar seu precisarem de cuidados continuados, não hesite em falar com o seu médico de família ou qualquer outro profissional do hospital, se estiver internado, ou do centro de saúde. Eles saberão como proceder e dizer-lhe se o seu caso é indicado para receber cuidados continuados ou não.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-885442634346894123?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/885442634346894123/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-1-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/885442634346894123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/885442634346894123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/02/cuidados-continuados-1-parte.html' title='Cuidados Continuados (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-4522902488454413285</id><published>2010-01-12T16:05:00.001Z</published><updated>2010-01-12T16:06:23.686Z</updated><title type='text'>Mudar em 2010 (3ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De acordo com os censos de 2001 existem em Portugal mais de 630 mil pessoas com algum tipo de deficiência.&lt;br /&gt;Todos os dias estas se deparam com limitações.&lt;br /&gt;Algumas impostas pela própria patologia, a maioria decorrentes do ambiente que as rodeiam, em edifícios públicos, nos transportes, no trabalho, no lazer, etc. Sejam elas barreiras arquitectónicas, como por exemplo um lance de escadas para aceder a um edifício, ou obstáculos colocados pela mentalidade ou falta de informação da população, como um passeio onde estacionaram carros e é por isso impossível andar de cadeira de rodas, ou a “barreira” de acesso a emprego que é “colocada” só por ter uma deficiência, quando não é isso que impede a pessoa de trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há diversas instituições e muitos indivíduos envolvidos na procura da mudança de mentalidades, da igualdade e do respeito pelos direitos de todos, em particular das pessoas com deficiência. Para mudar há que informar, chamar a atenção da população e modificar leis, certificando-se de que as mesmas são cumpridas.&lt;br /&gt;No Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, por exemplo, existe um instituto público voltado para as pessoas com deficiência, o Instituto Nacional para a Reabilitação.&lt;br /&gt;Este organismo tem como princípios “a garantia de igualdade de oportunidades, o combate à discriminação e a valorização das pessoas com deficiência, numa perspectiva de promoção dos seus direitos fundamentais”.&lt;br /&gt;A missão deste instituto é “assegurar o planeamento, execução e coordenação das políticas nacionais destinadas a promover os direitos das pessoas com deficiência”, ou seja, actuar dentro do governo para que todos sejam considerados quando se tomam decisões e elaboram projectos.&lt;br /&gt;O Instituto Nacional para a Reabilitação procura responder às necessidades de autonomia das pessoas com deficiência, informando e sensibilizando a população. Pois só com uma população esclarecida todos os cidadãos verão respeitados os seus direitos, e poderemos viver num mundo mais equilibrado, acessível a todos, sem barreiras ou preconceitos. Se não totalmente, pelo menos na sua maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 3 de Dezembro, é comemorado anualmente o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.&lt;br /&gt;Com este dia pretende-se assinalar os direitos das pessoas com deficiência e sensibilizar a população para a eliminação de preconceitos e barreiras que impeçam estas pessoas de participarem activamente na comunidade. Mas também consciencializar a população sobre as potencialidades e contribuições das pessoas com deficiência para a sociedade.&lt;br /&gt;Esta data celebra-se desde 1998 e foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) a 14 de Outubro de 1992. Todos os anos é escolhido um tema, acerca do qual se realizam várias actividades ao longo dos doze meses seguintes. Este ano foi seleccionado o mote “Tornar as Metas de Desenvolvimento do Milénio inclusivas: empowerment das pessoas com deficiência e das suas comunidades por todo o mundo”. Uma forma de lembrar que as pessoas com deficiência têm de ser incluídas para que haja um desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser saber mais visite o espaço do Instituto Nacional para a Reabilitação em &lt;a href="http://www.inr.pt/"&gt;www.inr.pt&lt;/a&gt; ou vá a &lt;a href="http://www.idpwd.com.au/"&gt;www.idpwd.com.au&lt;/a&gt;, o site do International Day of People with Disability.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-4522902488454413285?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/4522902488454413285/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/01/mudar-em-2010-3-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4522902488454413285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4522902488454413285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/01/mudar-em-2010-3-parte.html' title='Mudar em 2010 (3ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-6226024444360224957</id><published>2010-01-07T15:21:00.001Z</published><updated>2010-01-07T15:21:59.960Z</updated><title type='text'>Mudar em 2010 (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não se deve discriminar. Discriminação só se for positiva, e mesmo esta com muitas reticências. Só é aceitável se não for em excesso e só com o objectivo de inclusão e de proporcionar acesso igual para todos.&lt;br /&gt;Gostava que fizessem tudo por si? Claro que não! Ajudar é bom com peso, conta e medida. Pois caso contrário leva à dependência e pode até conduzir a que a pessoa se sinta inútil e incapaz. Devemos ajudar quando é necessário, mas sempre tendo em conta a auto-suficiência da pessoa e promovendo a sua funcionalidade, ou seja, que faça o máximo com as capacidades que tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia que existem medidas para promover a integração das pessoas com deficiência? Conheça algumas:&lt;br /&gt;· no acesso ao trabalho – recebem apoio específico do instituto de emprego e formação profissional; existem quotas para contratações na administração pública e em grandes empresas, que na maioria dos casos não são respeitadas; as empresas que contratem pessoas com deficiência recebem subsídios para a adaptação dos postos de trabalho e eliminação de barreiras arquitectónicas; a discriminação no trabalho, como a rescisão de contracto por factores de natureza física ou mental, a publicação de anúncios de emprego em que se excluam candidatos com algum tipo de deficiência, é punida por lei;&lt;br /&gt;· seguros de saúde e de vida – tentativa de modificar a actual situação, que discrimina na hora de adquirir um seguro, colocando muitas dificuldades e arrastando o processo por muito tempo, pois na prática a seguradora só pode ser punida por lei se negar o acesso ao mesmo;&lt;br /&gt;· eliminação de barreiras arquitectónicas – muita coisa tem vindo a mudar, com as câmaras, juntas de freguesia e comércios a tomarem medidas para a construção de rampas de acesso aos edifícios e nos passeios, transportes públicos acessíveis, casas de banho para todos, etc, e também com a implementação de novas normas de construção dos edifícios (com casas de banho maiores, sem degraus interiores,…), para que todos possam utilizá-los;&lt;br /&gt;·  equipamentos gratuitos – de acordo com a deficiência têm direito a equipamentos como cadeiras de rodas, camas articuladas, adaptações para brinquedos e computadores, etc;&lt;br /&gt;· veículo automóvel – estacionamento facilitado pela presença de lugares reservados e bem sinalizados que só podem ser utilizados por portadores de cartão de estacionamento, adquirido na Direcção Regional de Viação e apenas por pessoas com 60% ou mais de incapacidade, que deve ser colocado no vidro da frente do veiculo onde essa pessoa se estiver a deslocar (mesmo que seja conduzido por outra pessoa, por exemplo, a mãe que transporta o filho); isenção de imposto sobre veículos, estando sujeito a regras muito específicas;&lt;br /&gt;· outros, como crédito à habitação bonificado, possibilidade de subsídio para arrendamento de casa, maior isenção e deduções fiscais, … , tendo sempre de obedecer a critérios muito específicos para beneficiar destas vantagens.&lt;br /&gt;&lt;a name="#Node507991"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="#Node508001"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="#Node508011"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="#Node508021"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todos podem e devem denunciar. Se for vitima ou tiver testemunhado um acto de discriminação deve comunicar essa violação do princípio da igualdade ao Instituto Nacional para a Reabilitação. Por exemplo, quando for negado o acesso a um seguro de saúde, quando vir um anúncio de trabalho discriminatório, se a escola em que o seu filho anda não tiver condições para que todos a possam usar, etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-6226024444360224957?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/6226024444360224957/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/01/mudar-em-2010-2-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6226024444360224957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/6226024444360224957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/01/mudar-em-2010-2-parte.html' title='Mudar em 2010 (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-4956330570997363268</id><published>2010-01-07T15:19:00.001Z</published><updated>2010-01-07T15:22:18.817Z</updated><title type='text'>Mudar em 2010 (1ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A entrada num novo ano aproxima-se.&lt;br /&gt;Esta época normalmente é vista como uma fase de mudança, em que se formulam desejos pois as pessoas acham que a probabilidade de se concretizarem neste momento de transição é maior.&lt;br /&gt;Lembrei-me, por isso, de vos falar sobre as pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários tipos de deficiência, umas mais outras menos graves. Fique com alguns exemplos. Há pessoas com:&lt;br /&gt;· deficiência auditiva, como a surdez;&lt;br /&gt;· deficiência mental, como a paralisia cerebral ou a síndrome de Down;&lt;br /&gt;· deficiência motora, como os amputados, os paraplégicos ou os tetraplégicos;&lt;br /&gt;· deficiência visual, como o estigmatismo, a cegueira ou a miopia;&lt;br /&gt;· deformidades de rosto, como a paralisia facial;&lt;br /&gt;· distúrbios da fala, como a gaguez ou a mudez;&lt;br /&gt;· nanismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem cada vez mais pessoas com deficiência em Portugal. A evolução médica que diminuí a mortalidade à nascença e no pós acidentes será o principal responsável deste aumento.&lt;br /&gt;E felizmente são cada vez mais vistas, pois antigamente eram escondidas em casa ou as próprias se auto-excluíam de uma participação activa na comunidade.&lt;br /&gt;Trabalham, praticam desporto, vão às compras, fazem noitadas com os amigos, etc.&lt;br /&gt;Isto é possível porque os espaços públicos estão cada vez mais acessíveis a todos e as mentalidades de empregadores e das pessoas em geral estão a mudar para melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior que pode fazer é olhar para o portador de uma deficiência como um “coitadinho” ou fazer observações do género “a desgraça que caiu sobre aquela família”.&lt;br /&gt;Ponha-se na pele de uma criança que começa a usar óculos. Todos os outros gozam com ele. Bem, pelo menos há uns anos atrás era assim, agora com a saga do Harry Potter se calhar as coisas já mudaram.&lt;br /&gt;Ou de um jovem em cadeira de rodas que anda às compras e toda a gente na loja fica a olhar para ele como quem diz “estas pessoas também fazem isto?”.&lt;br /&gt;Porque no final de contas somos todos iguais apesar das nossas diferenças. Uns mais gordos, outros mais magros, uns mais altos outros mais baixos. Uns andam com os pés e outros sobre rodas, uns são mais inteligentes, outros menos perspicazes. Mas todos seres humanos.&lt;br /&gt;Vale a pena ver o vídeo publicado pelo subdepartamento de Educação Especial do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jm3GeEb-MGE"&gt;www.youtube.com/watch?v=jm3GeEb-MGE&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso já sabe, quando comer uma das passas nas doze baladas peça para mudar mentalidades. Eu vou pedir!&lt;br /&gt;Vamos aprender a não olhar as pessoas que têm algum tipo de deficiência como diferentes, mas sim como mais um indivíduo, com as suas características próprias, que faz parte da nossa sociedade. E a olhar para o que cada um tem de melhor e o que pode partilhar com o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo-lhe um bom começo do ano 2010!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-4956330570997363268?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/4956330570997363268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/01/mudar-em-2010-1-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4956330570997363268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/4956330570997363268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2010/01/mudar-em-2010-1-parte.html' title='Mudar em 2010 (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-2077527725109397652</id><published>2009-12-24T02:22:00.000Z</published><updated>2009-12-24T02:23:30.297Z</updated><title type='text'>Casa para todos (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se bem se lembra já tínhamos entrado em casa.&lt;br /&gt;Ora, no interior são também muito importantes as características do chão. Mais importante do que a escolha entre mosaicos aos quadrados ou rectângulos, será a opção por um piso antiderrapante.&lt;br /&gt;Para além disso devemos ainda ter cuidado com todo o género de tapetes. Se optarmos por colocar alguns no chão estes não devem ter pontas levantadas, nem deslizar ou enrodilharem-se facilmente por baixo dos nossos pés. Por isso, é sempre preferível que estejam bem fixos ao chão, utilizando redes antiderrapantes, pregos, etc. O melhor mesmo será não utilizar nenhum tipo de carpetes, passadeiras ou tapetes.&lt;br /&gt;Desta forma poderão ser evitadas quedas e facilitada a marcha de toda a gente que tem de andar sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma geral há também que dar importância à distribuição do mobiliário. Não deve encher demasiado as divisões com peças decorativas e mobílias e a forma com são dispostas no espaço também tem que ser cuidada. Se tal não for feito pode-se correr o risco de ficar sem espaço para circular livre e facilmente ou manobrar uma cadeira de rodas ou carrinho de bebé.&lt;br /&gt;Essa mesma mobília deve fácil de abrir, desde o guarda-fatos do quarto até aos armários da cozinha. Não deve ter puxadores pequenos nem arredondados, mas sim com um formato que permita que a mão encaixe.&lt;br /&gt;E tenha sempre a jeito uma cadeira rija e com encosto alto, do género das de cozinha, pois os sofás costumam ser baixos e moles, o que normalmente causa desconforto e até dificuldade para sentar e levantar, especialmente nas pessoas mais idosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente à casa de banho em particular há vários aspectos a ter em conta para que esta seja o mais prática possível e de fácil utilização para todos.&lt;br /&gt;Começando pelas torneiras, o manípulo deve permitir um uso fácil, sendo preferíveis os modelos das torneiras monocomando (com uma espécie de alavanca) às tradicionais, em que era necessário rodar o manípulo para abrir e fechar. Existem também os modelos que funcionam com infravermelhos e que permitem que a água corra quando aproximamos as mãos da torneira.&lt;br /&gt;Quanto ao banho saiba que é preferível um polibã a uma banheira. Como os polibãs são baixos é mais fácil entrar e sair. Mas o ideal é mesmo ter um polibã sem bordos, ou seja, no chão da casa de banho ser criado um espaço com desnível, para que a água escorra. Assim até uma cadeira de rodas de banho pode ser utilizada.&lt;br /&gt;Lembre-se que existem bancos apropriados para serem utilizados durante o banho, quer para banheiras, quer para polibãs. Assim, se a pessoa estiver sentada não há medo de cair por falta de força ou equilíbrio, facilitando a tarefa de se lavar ou de outros a lavarem.&lt;br /&gt;Pode ainda ser colocada uma pega na parede para que se possa agarrar quando entra ou sai da banheira ou polibã.&lt;br /&gt;E se for necessário alguém em cadeira de rodas usar a sua casa de banho, será que consegue? Tem espaço para se mover com a cadeira lá dentro? E para colocar, por exemplo, barras de apoio junto à sanita? Sabia que os lavatórios das mãos encastrados em móveis dificultam o acesso em cadeira de rodas aos mesmos? Experimente. Sente-se numa cadeira em frente ao lavatório e sem se levantar tente lavar as mãos. Foi fácil? Os lavatórios sem armário são mais funcionais e se não tiverem pé ainda melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são apenas alguns conselhos simples. Existem inúmeras soluções que podem ser podem ser postas em prática. Se quiser ou necessitar de fazer obras na sua casa procure informar-se bem antes de as começar. Não vá dar-se o caso de fazer uma rampa e depois esta não ter condições para ser utilizada, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não queira estragar os festejos com uma queda aparatosa e as suas consequências, como entorses, fracturas, etc. Ou deixar alguém de fora das suas comemorações porque não tem condições para a receber. Faça com que todos se sintam bem em sua casa!&lt;br /&gt;Não se esqueça que uma casa pode ser bonita, mas sobretudo deve ser funcional, para que todos a possam utilizar independentemente da sua condição física.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-2077527725109397652?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/2077527725109397652/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2009/12/casa-para-todos-2-parte.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/2077527725109397652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/2077527725109397652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2009/12/casa-para-todos-2-parte.html' title='Casa para todos (2ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-510929473401977507</id><published>2009-12-18T16:27:00.003Z</published><updated>2009-12-18T16:39:42.946Z</updated><title type='text'>Olá a todos os que por aqui passarem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Já la vão uns meses largos desde que comecei a escrever para um jornal local. Todas as semanas na secção dos artigos de opinião lá sai publicado mais um texto meu.&lt;br /&gt;Um amigo deu-me a boa ideia de publicar os textos também num blog, desta forma todos os que não pertencem à minha terra também os poderiam ler.&lt;br /&gt;Eu tenho amigos inteligentes e cuscos, que espero que me retribuam com muitas críticas (negativas e positivas) e também sugestões de temas.&lt;br /&gt;Espero também esclarecer algumas dúvidas de quem vier aqui parar via motores de busca.&lt;br /&gt;Nos meus textos procuro não complicar nem aprofundar demasiado os temas, pois o alvo dos mesmos é a população em geral e não os colegas de profissão... Mas nem sempre é fácil, às vezes complico demais outras simplifico em demasia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cá vos deixo com umas leituras semanais...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-510929473401977507?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/510929473401977507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2009/12/ola-todos-os-que-por-aqui-passarem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/510929473401977507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/510929473401977507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2009/12/ola-todos-os-que-por-aqui-passarem.html' title='Olá a todos os que por aqui passarem'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2112436782615551900.post-196307857009717283</id><published>2009-12-18T16:26:00.002Z</published><updated>2009-12-18T16:39:20.886Z</updated><title type='text'>Casa para todos (1ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Natal e a Passagem de Ano estão a chegar e com a época festiva chegam também as reuniões familiares e de amigos. Todos gostam de receber em suas casas não só aqueles que estão perto, mas também os que já não vêem há muito tempo.&lt;br /&gt;E há sempre novidades, umas mais outras menos boas. O sobrinho que traz a nova namorada, mais um bebé que nasceu, o amigo que partiu uma perna, a avó que já não consegue andar tão bem, o tio que piorou da artrite nas mãos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E será que a sua casa está pronta para toda esta confusão e para receber bem quem está a chegar?&lt;br /&gt;Pois é, nem sempre pensamos nestes assuntos, pois infelizmente só quando eles nos batem à porta é que lhes damos a devida atenção! Quando envelhecemos ou quando alguém que frequenta a nossa casa deixa de poder andar ou de se movimentar tão bem, pois sofreu um acidente, teve um AVC, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as casas deveriam ser construídas de raiz de forma a serem acessíveis e de fácil utilização para toda a gente, independentemente da sua condição física. Hoje em dia, felizmente, já se vão notando melhorias a este nível.&lt;br /&gt;Mas e então as casas mais antigas? Há sempre pequenas modificações ou cuidados que se podem ter, sem necessidade de gastar fortunas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos pela entrada.&lt;br /&gt;Se mora num prédio com escadas e sem elevador não há muito a fazer. Se mora num prédio com elevador, certifique-se que desde a rua até ao elevador não há escadas. Se houver fale com os seus vizinhos e vejam se será possível eliminá-las ou colocar uma rampa, de certeza que será benéfico para todos.&lt;br /&gt;As rampas devem obedecer a critérios de limites de inclinação, de comprimento entre cada patamar, de largura e de material em que é construída, para que realmente possam ser utilizadas e de forma segura. E também os elevadores têm critérios para que possam ser utilizados por todos, pois pense no espaço que ocupa um carrinho de gémeos ou que têm de caber no mínimo duas pessoas, uma em cadeira de rodas e outra de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que já estamos no interior da casa, podemos começar pelas portas.&lt;br /&gt;Estas devem ter uma largura que permita a passagem de uma cadeira de rodas, de um andarilho ou de alguém com canadianas ou bengala. Para além disto, as portas devem ser fáceis de abrir – devem ser leves para serem facilmente empurradas (quer sejam corrediças ou de abrir) e ter maçanetas de fácil manuseamento, preferindo sempre os manípulos rectos em vez de redondos.&lt;br /&gt;Mesmo dentro de casa não nos podemos esquecer das escadas. Por exemplo, dos degraus que por vezes surgem entre divisões. Tão comuns a “separar” a sala de jantar da sala de estar! O efeito é realmente muito bonito, mas pense que pode dificultar a passagem das pessoas e provocar quedas, especialmente nas crianças que correm sem prestar atenção a estes pormenores.&lt;br /&gt;Se mora numa vivenda tente que tudo o que é essencial, como a casa-de-banho, a cozinha, um quarto, se situem no rés-do-chão e que não existam escadas ou, em alternativa, que exista uma rampa. Caso contrário, se for mesmo imprescindível que alguém numa cadeira de rodas suba regularmente para andares superiores terá de instalar um elevador, o que será muito dispendioso.&lt;br /&gt;E não se esqueça, para que as escadas possam ser utilizadas de forma segura e fácil por toda a gente deve ser colocado um corrimão ao longo das mesmas, para que as pessoas se possam agarrar ao subir e ao descer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo Tema: “Casa para todos (2ª parte)”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2112436782615551900-196307857009717283?l=fisioterapiasemanal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/feeds/196307857009717283/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2009/12/casa-para-todos-1-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/196307857009717283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2112436782615551900/posts/default/196307857009717283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapiasemanal.blogspot.com/2009/12/casa-para-todos-1-parte.html' title='Casa para todos (1ª parte)'/><author><name>Ângela Gonçalves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01647226316034207794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
